O VEÍCULO DO CORPO LUMINOSO CENTRADO NO DAN-TIEN-
UMA CONVIVÊNCIA DO SONHAR TOLTECA.
Por VICENTE MEDRANO.
julho/2017
NA OBRA de Carlos Castaneda (CC) sempre nos deparamos com reconsiderações sobre a dimensionalidade energética anterior ao corpo percebido pelos sentidos - Corpo Sensorial- dimensionalidade esta denominada como Casulo ou Concha Luminosa, e estados alterados que pode tomar forma aparente a Concha Luminosa, desde um Corpo Sósia (Outro) até formas abstratas de pura luminosidade sem denominação especial, e mesmo linhas abstratas luminosas de pura vibração que D. Juan e os toltecas da liberdade plena denominavam Emanações da Águia.
"D.Juan explicou que depois que um guerreiro conquista os sonhos e alcança o Ver, acaba surgindo o sósia, também deve já ter conseguido apagar sua história pessoal, a auto-importância, as rotinas, parar por conta o diálogo interno e permanecer em silêncio completo no isolamento sensorial. Disse que todas as técnicas que me ensinou e que eu considerava conversa fiada eram, em essência meios de alcançar um sósia no mundo comum, tornando o ser e o mundo fluídos, e colocando-os fora dos limites da previsão. Um guerreiro fluído não pode mais reduzir o mundo imprevisível a um mundo cronológico. E quanto a ele, o mundo e o combatente não são mais objetos. Ele se torna um ser luminoso existindo num mundo luminoso de fibras irradiantes. O sósia é coisa simples para um homem-de-conhecimento porque sabe o que está fazendo, pode perceber que está em dois lugares diferentes, mas enquanto está agindo ele não pode ter noção de sua dualidade. Pense assim: O mundo não cede a nós diretamente, a descrição do mundo se nos impõe Assim, a bem dizer, estamos sempre um passo afastados de nossa experiência do mundo, sempre uma recordação da experiência. Estamos constantemente recordando o instante que passou, que aconteceu. Recordamos, recordamos, recordamos- e D.Juan ficou revirando e revirando a mão, para dar a impressão do que queria referir.

- Se toda a nossa experiência do mundo é recordação, então não é assim tão absurdo concluir que um feiticeiro de poder possa estar em dois lugares ao mesmo tempo. Não é o caso do ponto de vista da percepção dele, pois, para experimentar o mundo, um homem-de-conhecimento, como qualquer ente humano, tem de recordar o ato que acaba de praticar, o acontecimento que acaba de presenciar, a experiência que acaba de viver. Em sua consciência entretanto só há uma recordação. Mas para um outro observador pode parecer que o feiticeiro está representando dois episódios diferentes ao mesmo tempo. O feiticeiro porem recorda-se de dois instantes únicos e isolados, porque a cola da descrição do tempo não o prende mais. (...) Solidez, corporalidade, são recordações. Portanto, como tudo que sentimos em relação ao mundo são recordações que acumulamos. Recordações da descrição. Você (CC)tem a recordação de minha solidez, assim como tem a recordação de se comunicar por meio de palavras. Assim você considera que conversou com um coiote certa ocasião e me sente como sendo sólido."- considerava D.Juan a CC. ( inspirado em Porta Para o Infinito).
Meu comentário pessoal diz respeito a experiência aceleratória proporcionada pelas plantas que concentram DMT- dimetil-triptamina- neurotransmissor da glândula PINEAL, em especial a Mimosa hostilis (Jurema), que em pequenas doses me proporciona uma vivência de AQUI-AGORA fora do tempo, onde um contato com a percepção de um instante pouco ou nada tem a ver com a percepção de outro instante. Assim, o tempo pode se tornar gradualmente suspenso, descarregando de nossos ombros e percepção a dolorosa e fatigante carga do tempo que carregamos, nos habilitando de percebermos fora do molde do tempo e ao mesmo tempo no tempo. Isso seria um processo auto-acumulativo de acordo com nossa versatilidade no caminho do Conhecimento e da Práxis.
Em outras obras D. Juan e os toltecas guerreiros da liberdade plena se referiram a um centro importante, localizado como centro umbilical da Vontade, mas também um centro Abaixo do Umbigo, Centro do Silêncio, concentrações que eram buscadas em locais especiais que intensificavam a percepção, como grutas e elevações.
Em Passes Mágicos, a obra pragmática de CC a respeito dos passes de
Tensegridade (a arte de manter tensão e flexibilidade acionando o Corpo
Energético) na sexta série, D. Juan refere à Energia do Tendão, corrente esta que percorre os músculos profundos do pescoço para o peito, braços e espinha, atravessando o abdome superior e inferior desde a borda da caixa torácica até a virilha chegando aos dedos dos pés. No caso de sucesso pleno é quando o combatente projeta para fora um centro de energia que existe no topo da cabeça e depois ancora ali a energia do tendão que percorre o corpo sensorial.
No caso de em processo de andamento, a situação comum- continua D. Juan- é a energia do tendão iniciando no pescoço no local onde ela se une com a cabeça. Em alguns casos a energia do tendão sobe até um ponto abaixo dos malares mas nunca acima daquele ponto. Essa energia chamada energia do tendão por falta de um nome melhor, é uma terrível necessidade nos esforços daquelas pessoas que viajam pelo infinito ou aspiram a isso. D. Juan- continua CC- dizia que o início
tradicional na utilização da energia do tendão era o uso de alguns artefatos simples empregado por xamãs do antigo México de duas maneiras. Uma era gerar um efeito vibratório de pressão nos mesmos centros. Explicava que o efeito vibratório é uma agente que levava a soltar os laços da energia estagnada. O segundo efeito o da pressão é considerá-la como agente que dispersa a energia
estagnada. Parecendo ser uma contradição cognitiva ao homem moderno, estas funções de vibração e pressão, em termos de energia profunda, a energia alojada num centro de tendão precisa ser vibrada para se tornar fluída e pressionada pra continuar fluindo. Em síntese, D. Juan insistia que primeiro VIBRAR e a seguir PRESSIONAR.
Meu comentário pessoal diz respeito que esta descrição de D Juan tem muito a ver com os fluxos meridianos YIN da acupuntura que se dirigem ao tórax e garganta, e meridianos Yang que se dirigem e concentram no polo cefálico, inclusive a alça do meridiano do Estômago na região mentoniana da mandíbula, além de meridianos de conexão entre os canais Yin e Yang, e meridianos Curiosos ou extraordinários pares e ímpares.
D. Juan iniciava seus discípulos- continuando segundo Passes Mágicos- com dois artefatos básicos. A busca por um par de seixos arredondados ou sementes secas e utilizá-los como artefatos vibratórios e de pressão para intensificar o fluxo de energia que periodicamente fica estagnado ao longo do percurso dos tendões. Como seixos podem ser duros demais e sementes moles demais, outros objetos eram pedras planas ou pedaços de madeira dura da dimensão de uma mão colocadas em áreas específicas da energia do tendão, em seu abdome enquanto estão deitados de costas.
A primeira área era logo abaixo do umbigo; uma outra era localizada no próprio umbigo e outra ainda acima do mesmo, a área do plexo solar. O problema em usar pedras ou outros objetos e que precisariam ser aquecidos ou esfriados para se aproximarem da temperatura do corpo, e além disso, esses objetos em geral são duros demais, escorregam e saem do lugar. Os praticantes de tensegridade encontram um equivalente melhor que os artefatos dos xamãs do antigo México num par de bolas redondas e um pequeno peso revestido de couro plano circular. (bolas estas de teflon reforçada por composto cerâmico, e o peso de couro suficientemente flexível pra se adaptar aos contornos do corpo, com peso suficientemente para auxiliar a concentração pressionando centros do abdome, sem necessitar ser aquecido ou esfriado. D. Juan dizia que um peso colocado em qualquer uma das três áreas mencionadas acima envolve um calar momentâneo do diálogo interior: primeiro passo em direção ao silêncio interior.
Na presente convivência destacamos que o centro abaixo do umbigo é conhecido pelos veneráveis taoistas como Dan-Tien (aquecedor inferior na tradução
aproximada do chinês, um dos três Tiens da tradição) e a Energia do Tendão relacionada com o QI (CHI) taoista, energia fundamental que percorre os fluxos meridianos superficiais, médios e profundos do corpo energético da acupuntura.
cristal acarreta reduzindo nossa percepção do mesmo é amenizada descarregando o cristal com água corrente, exposição ao sol e mesmo banhos de Sal, como já referido nas postagens correspondentes. O artefato de peso com revestimento de couro precisa ser confeccionado pelo pretendente, e não meramente adquirido comercialmente. Tudo conta na intenção bem sabemos.
Em Uma Estranha Realidade, D. Juan nos afirma que a força que desintegra nossa totalidade na morte penetra pela abertura abaixo do umbigo, e alguém que não esteja vinculado ao espírito do combatente acaba se entregando à sua morte, justamente esta região da Vontade que o Predador visa quando persegue a presumível vítima.
Um medo ou susto paralisante, uma ocorrência imprevisível e estonteante, uma doença contagiosa, uma exposição indevida à forças climáticas, tudo o que tem poder de abrir a fenda abaixo do umbigo expõe o ente humano á sua morte pessoal mas também pode lhe abrir espaços inadmissíveis na dimensionalidade da percepção e da consciência dentro do âmbito da totalidade da Concha Luminosa e da Faixa Humana de existência e percepção, como detalhada no livro O Fogo Interior, de CC.
"Quando o ponto de aglutinação se desloca involuntariamente, a força rolante que emana por todo o universo fende o casulo. Falei muitas vezes sobre uma fenda que o homem tem abaixo do umbigo. Não exatamente abaixo do umbigo, mas no casulo a nível do umbigo. A fenda é mais como uma depressão, uma falha natural no casulo, sendo o restante como superfície lisa. E lá que a força rolante, o derrubador, nos golpeia incessantemente, e nesse ponto a concha luminosa se fende. Quando o deslocamento do ponto luminoso de aglutinação da percepção é pequeno no casulo, a fenda é muito pequena, o casulo se restaura rapidamente. As pessoas sentem o que todos experimentam em alguma ocasião: vêem manchas de cor e formas contorcidas que persistem até de olhos fechados. Se o deslocamento do ponto de aglutinação é considerável a fenda também é extensa e pode levar tempo pra reparar-se. É o caso de guerreiros que usam de propósito plantas de poder para provocar o deslocamento do ponto de aglutinação no casulo energético, ou dos que tomam drogas e inadvertidamente ocorre o mesmo. Neste caso a pessoa sente-se entorpecida e fria, tem dificuldade de falar ou mesmo de pensar, como se tivessem congeladas de dentro pra fora. No caso de trauma ou doença mortal a força rolante força uma rachadura ao comprido do casulo que desaba sobre si mesmo. A morte é a força rolante. Quando encontra fraqueza na fenda do ser luminoso, automaticamente faz com que esta bossa se abra e colapse o casulo. (...) Entrementes o aspecto doador de vida e energia é a força circular que nos chega ao mesmo tempo, uma fração de instante antes da força rolante, embora estas forças duais estejam unificadas, e a força circular nos chega em anéis e aros filiformes de iridescência muito delicados, levando-nos a energia nutritiva, força, direção e consciência. Um equilíbrio sumamente delicado. (...) - "

Pessoalmente entendo e interpreto nesta obra de CC- 0 Fogo Interior, o contato como o Molde do Homem, um imenso feixe de emanações na grande faixa de vida orgânica que aparece apenas no interior do casulo humano, e que pode ser visto sem perigo para os videntes, como uma percepção humana da força circular doadora de sentido e consciência. Só pra completar a referência do Molde do Homem, cito a passagem:
"Há duas maneiras de ver molde do homem- completou D. Juan- você pode vê-lo como homem, ou vê-lo como luz. Isso depende do deslocamento do Ponto de Aglutinação no Casulo. Se o deslocamento ocorre na seção lateral da faixa humana, o molde é visto como forma humana; se ocorre na seção central, o molde é Luz. O único valor a nosso ver é quando o ponto de aglutinação se desloca ao longo da faixa central. Disse ainda que a posição que se vê o molde do homem é muito próxima àquela em que aparecem o corpo sonhador e a barreira da percepção entre duas faixas de emanações. É por este motivo que os novos videntes recomendam que o mode do homem seja visto e compreendido."
Diga-se de passagem o seguinte segundo minha convivência com a práxis dos videntes toltecas. Em certa época há anos antes de ler a obra de CC tive uma experiência chocante que
a posteriori entendi como deslocamento instantâneo do Ponto de Aglutinação: Eu havia chegado do trabalho esgotado e uma menina de seus 5 anos me massageara as costas andando sobre meu dorso, o que repentinamente me causara uma espécie de choque no cérebro, ficando bruscamente despertado com sensação de luminosidade espantosa no interior do cérebro e incapacidade de articular palavras, além de que minha percepção e sensibilidade se agudizou espetacularmente, coisa incongruente com o anterior estado de esgotamento físico e mental que passava. Estava assim, ou eu me esforçava em falar e perdia luminosidade interior, ou ficava em contemplação muda. Não havia como descrever a sensação que eu passava naquele momento! Durou algum tempo, coisa de talvez uma hora a ocorrência. No outro dia, apesar de buscar novamente a vivência, se sucedeu cada vez com menor intensidade até que desisti da recorrência. Noutra ocasião, eu estava me sentindo muito frio e depressivo, busquei manter-me engatinhando sobre um tapete e de repente todo meu corpo e pelos se ouriçou arrepiando, e minhas mãos e mesmo face pareciam se transformar em algo de felino e desconhecido, coisa que me assustou e me fez sacudir a sensação ficando em pé. Com a leitura das obras de CC e em especial, O Fogo Interior, estas passagens ficaram-me esclarecidas de modo prático.
Em relação ao Molde do Homem, tivera forte vivência com visão e sensação similar por conta do uso de Ayuhasca em ambiente da seita UDV (União do Vegetal) na época da faculdade, e posteriormente em sessão especial em ambiente do Santo Daime com uma terapeuta. Sinceramente, a conexão com o Molde do Homem na qual vi a figura Arquetípica de Cristo Redentor trouxe-me libertação do caos que a seita e os ataques dentro da visagem da Ayuhasca nesta ambientação me trouxe. Nesta última visão, o Molde do Homem surgiu-me como o Cristo Cósmico de puro fogo indescritível, de tão potente magnetismo que fatalmente teria me sugado a vida, rompendo-me o casulo por conta tanto de sua força magnética de amor quanto por causa de minha fragilidade física no momento (insônia de dias!). Por isso as advertências de D Juan para que não testemunhássemos diretamente a força das emanações da Águia em situação de fragilidade e isolamento, E buscássemos contemplar o Molde do Homem na forma de Esfera de Luz. Não é por nada que, segundo Leonardo Boff no seu livro Tempo de Transcendência- O Ser Humano Como Um Projeto Infinito- nos relata que a palavra Deus se refere a percepção indiferenciada de Luz pura e simplesmente: ´Eles invocam o nome de Deus no sentido mais originário da palavra Deus, que em sânscrito significa a realidade que brilha e ilumina. Nessa perspectiva, Deus tem pleno sentido. Deus só tem sentido existencial se for resposta à busca radical do ser humano por luz e por caminho a partir da experiência de escuridão e errância diante da inocência dos olhos da criança. E mais, segundo Boff, para o cristianismo original o importante não é a transcendência nem a imanência. É a transparência, que é a presença da transcendência dentro da imanência. Não é a epifania, o Deus que se anuncia. É a Diafania, o Deus que de dentro emerge pra fora, de dentro da realidade, do universo, do todo, do outro e do humilde.
Uma convivência do veículo do corpo luminoso a partir do Dan-Tien
Depois dessa exposição, talvez fique mais fácil assimilar a possibilidade de perceber um veículo luminoso a partir da CONCENTRAÇÃO no DAN-TIEN, ao ponto de chegarmos a sentir-nos deslocando num veículo espiral ou similar a um disco luminoso, quando todo nosso corpo sensorial parece se dissolver seus limites e partes estagnadas num veículo luminoso que pode deslocar a percepção, portanto o ponto de aglutinação da percepção pra longe da mossa afundada onde habitualmente está atolado na concha de emanações.
I
Aqui neste estágio o pretendente busca se concentrar no DAN-TIEN segundo já exposto parágrafos acima, até que gradualmente aprofunda sua percepção no interior do abdome. Busca alargar em todas as direções sua percepção do íntimo do abdome de modo a alcançar não as vísceras como tal, mas um lago indissociado e sem margens definidas cujas ondas vão circulando espiralmente tornando o corpo sensorial sem fronteira definidas e o eu mergulhado nesse movimento. Ter em atenção que podemos nos refugiar neste espaço virtual energético do DAN-TIEN como uma gruta ou portal interfaixas de emanações (referido como portal interdimensional nas abordagens objetivantes). Conforme o estágio de aprofundamento, o aspirante já deveria ter submetido seu medo e insegurança no processo de acreditar sem conflitos de perda de energia e atenção que um postulante a combatente pela liberdade precisa realizar. A respiração é abdominal e a sensação de pulsação cardiovascular no Dan-Tien deve fazer parte do processo. Reler e revisar essa técnica em postagens anteriores desse blog Unotantra Crístico.
Neste estágio o corpo sensorial está menos percebido e oscila com a percepção do disco espiral luminoso, onde a cabeça pode ser incluída como uma bola central de um disco voador luminoso, até que realmente faça sentido a percepção do disco em giro espiral de intensa vibração e leveza voadora.
III
Neste estágio a percepção do Dan-Tien está se moldando numa elipse espiral e já sendo projetada num âmbito de fluxo de emanações vibratória do campo de frequências do Todo ou da Águia ou de Abrasax além do bem e do mal (ver postagem correspondente neste blog), visto que como adverte D Juan as emanações do Todo-Águia tanto trazem a força rolante mortal quanto a força espiral iridescente, sendo que esta força iridescente na minha perspectiva crística precisa ser sentida, vista e sustentada como emanações do Eu Sou do Cristo Reconciliador/Redentor, mais percebido como LUZ e ao mesmo tempo como Molde Humano Andrógino na sua dualidade Masculino (Iéshoua-Iesu) e Feminino ( Myriam de Mágdala), conforme postagens correspondentes desse blog, e mais originalmente e fundamentalmente como Pai e Mãe ancestrais a toda dualidade humana (ver também postagem anterior desse blog correspondente).
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| Os relatos de luzes voadoras em nascentes e cursos de água foram registrados neste vitral, traduzidos como crenças da igreja. O elemento feminino benigno das aparições é bastante notável. |
Comentários: o mistério dos discos voadores, não das geringonças voadoras que nazistas e a tecnologia das potências desenvolveram copiando tecnologia alien de modo esporádico e por acordos obscuros em troca da energia do próprio povo e da nação, já que a liberdade dessas elites do poder já estão secularmente subjugadas a ponto de deixarem de ser entes humanos estritamente falando, já que o ponto de aglutinação da percepção está fatalmente deslocado em posições à direita e esquerda, ou mesmo abaixo da faixa central humana, o mistério dos discos voadores autênticos que cruzam por força própria dita plasmática o sistema solar e mesmo canais de intercomunicação entre dimensões intrínsecas do Cosmos UM, já que o deslocamento CONJUNTO do ponto de aglutinação é considerado pelos modernos toltecas da liberdade, esse mistério está tanto fora quanto DENTRO de nós, e como JUNG já desconfiava no seu tempo pós-guerra mundial, as visões de discos voadores pode significar uma necessidade imperiosa de REEQUILÍBRIO de nossa arquetípica totalidade, um veículo mandálico de percepção e consciência, uma forma luminosa que pode tomar nossa massa energética total a fim de escapulir da pressão e prisão dos modernos feiticeiros dominadores de nosso tempo e do consenso de corpo-objeto atolado na concretude do planeta milimetricamente dominado em que estamos, propiciando assim o deslocamento profundo e amplo de nosso ponto de aglutinação pela faixa central do Humano.
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Neste extraordinário livro John Perkins nos faz revelações por demais motivadoras de práticas de psiconavegação dos nativos que até os dias de hoje sobrevivem graças a este potencial herdados dos ancestrais.
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