A ANCIÃ DOS DIAS E MARIA MADALENA (myriam de mágdala)
O ASPECTO CRUCIAL da Avó e Anciã dos Dias da Energia Feminina, para além da ´mãe virginal´ que a ICAR (igreja catolica-apostólica-romana) instituiu, pode ser resgatado na Ampliação e Depuração do Cristianismo de Raiz, pela participação decisiva e íntima de Maria Madalena, aliás, Myriam de Mágdala, como cônjuge e discípula de Iéshoua (Ieshua/Jesus) Cristo, em sua plena acepção de partícipe de toda a trajetória da peregrino Hassídico da Galiléia até o Calvário em Jerusalem, bem como foi a primeira testemunha da Ressurreição. SENDO ASSIM, a Cultura CRÍSTICA pode depurar-se do veneno da misogenia e misosexista da ICAR, bem como alcançar finalmente a percepção da sexualidade dual, passando pelo homoafetismo como ramo colateral com capilaridade adjunta da heterosexualidade e não antagônica ou meramente degenerada, em que a Espiritualidade, Energia e Sexualidade, desta em especial e destacada a intencionalmente ignorada e NEGADA práxis da sexualidade tântrico-taoista, SÃO PARTÍCIPES da plenitude Humana e não antagônicas como a cultura cristã-judaico-católica anatemizou.
Aliás, sobre a sexualidade na tradição religiosa judaico-católica e cristã-judaico, esta está ancorada nos relatos de Genesis e na Torá de Moisés- onde o sexo é condicionado ao Crescei e Multiplicai-vos e dominai a Natureza e...aos Goin (Gentios)... como na proibição de derramar esperma fora do Coito Reprodutivo, OU SEJA, a masturbação ejaculatória e o coito interruptus, detalhe este que TAMBÉM pode estar prevenindo uma depauperação da saúde energética do organismo masculino afinal, bem como reduzir desvios da sexualidade infra-humanos. Para aprofundar, uma autoridade judaica, Jayme Landmann, Judaismo e Medicina: ' A atitude do judaismo, em relação ao controle da população é em princípio de Oposição, baseada na injunção das escrituras: "Crescei e Multiplicai-vos"(Gen 9:7). Este comando é o primeiro dos 617 ordenados pela Bíblia. Por outro lado, a Bíblia diz textualmente que Yahweh criou a terra e não a fez vazia, mas a formou para que fosse habitada (Is 45:18) e isto é interpretado por sua vez no Talmud no sentido de que o Universo foi criado somente para a procriação. Desta forma o controle populacional seria proibido. (...) O Talmud diz que a redenção final da vinda do Messias não virá enquanto houver uma alma não-nascida, isto é, enquanto o potencial humano não se tornar esgotado.(...) '
Sobre a emissão de esperma, Landmann refere: ' A passagem da Bíblia referida em Gn 38:1-10, onde Onan se nega a consumar o coito com a mulher de seu finado irmão Er, e para evitar consumar o ato, derramava seu esperma na terra, descrição típica do coito interruptus , ato que ´era mau aos olhos do Senhor-- pelo que foi morto`...como havia morrido seu irmão Er que não quis consumar o ato com Tamar 'por amá-la muito´....Continua Landermann: Esta passagem serve de base para a proibição expressa do coito interrompido e da masturbação, como firmemente ressaltado por Maimônides, sábio médico judeu de Alexandria...Outros codigos judeua a mesma proibição é enfatizada. Emitir sêmen em vão equivaleria ao ´assassinato de um ser humano´. (...) Entretanto: ' Enquanto que a religião católica promulga que a procriação é o único propósiti da relação sexual, o judaismo reconhece o prazer mútuo como razão suficiente. Não só as atividades sexuais são permitidas, mas inclusive obrigatórias reconhecendo o direito conjugal da mulher denominado ona, com base no seguinte trecho da Bíblia: " Ao se tomar outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira mulher, nem o seu vestir, nem a obrigação marital" (Ex 21:10). O Talmud as respostas rabínicas no decorrer dos séculos e a literatura mística, todos acham que as obrigações maritais são independentes da procriação e têm como finalidade, entre outras, satisfazer o desejo sexual da mulher, a liberação física das pressões sexuais do homem, a manutenção da harmonia marital e a paz doméstica.
E ainda continua Landermann, num trecho importante: "Uma vez que o comando da procriação no judaísmo é exclusivo dos homens, qualquer método de anti-concepção empregado, como coito interrompido, preservativo e abstinência, é estritamente proibido, por causa da natureza onanística desses métodos. Mesmo em situações em que a gravidez põe em risco a saude da Mulher, estes métodos não devem ser usados, e toda anticoncepção deve recair sobre as mulheres. O Talmud discute quatro metodos anticoncepcionais: a tabela periódica, movimentos violentos após o coito para expulsar o sêmen, o uso de absorventes antes, durante e depois da relação, e os anticoncepcionais orais (raízes)."
Portanto, a princípio, a tradição cristã-judaica desconhecia e persiste desconhecendo o coito tântrico sem a emissão de esperma, que não se confunde de modo algum com o coitus interruptus , que não deveria ser condenado por que não se configura prática de onanismo, como também a masturbação tântrica. Como não há condenação do coito tantrico seja no princípio induista ou taoista, no que se refere ao prazer dual dos cônjuges ou casal dual. Entretanto, como o judaismo exige que ao homem é obrigação reprodutiva, ou seja, exige a ejaculação durante a relação sexual...isso pode ser motivo de repudio pelas autoridades e mentalidade judaica. Enfim, nem o Talmud nem a Torá dão conta desta modalidade de controle concepção e práxis sexual em vista a plenificação energética consciencial do casal e de cada elemento do par singular. Enfim, judeus e cristãos religiosos são educados a serem esvaziados e perpetuarem descendentes neste carma energético-consciencial, enfim, absorvidos no eterno-retorno dos processos cármicos deste tipo de sexualidade e geração.
Começamos esta postagem relacionado o aspecto ANCIÃ da energia feminina e a presença de Maria Madalena na antropo-cosmogonia da trajetoria de Iéshoua-Cristo, elemento crucial ausente na versão religiosa da ICAR e religiões protestantes. Como referimos, para incorporarmos o aspecto ANCIÃ à antropo- cosmogonia crística, precisamos precisamos desta INTEGRAÇÃO FEMININA ao Cristianismo depurado e arquetípico através de Maria Madalena em sua plena concepção de mulher, consorte e discípula, bem como apóstola após a ressurreição de Iéshoua como Cristo Senhor e Reconciliador dos Povos.
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