AS RELIGIÕES SÃO UMA FASE DIALÉTICA DE RESSURGIMENTO DA ALIANÇA DUAL DO PAR ORIGINAL NO CRISTIANISMO DE RAIZ
Um pouco de história, por cerca de quarenta anos na década de 1540, a mulher era destacada dentro da aristocracia, e despontava Catarina de Medicis que recebeu o desafio de governa o reino da França com a morte de seu marido, o rei Henrique II, até que um de seus dois filhos pudesse assumir a monarquia, mas sempre esteve por trás dos assuntos de Estado. Na sequencia, com o estabelecimento da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR, e as cruzadas, as mulheres restabeleceram o comando e a gerência das posses de seus maridos nas cruzadas e no óbito destes, mas aos poucos a ICAR passa a assumir os cuidados das propriedades e tomar posse destas terras e rendas, vindo a acumular sua riqueza atual em nome de um suposto poder espiritual que relate em nome do Cristianismo, e assim a Misogenia da ICAR se expressa enterrando milhares de mulheres em conventos, e mesmo neste ambiente eram bispos e clérigos que gerenciavam.
Esta situação em pouco ou nada tem a ver com o núcleo do Cristianismo de Raiz, pois se o dito ´centro espiritual´- a ICAR- é desse exemplo acumulador, imagine o reflexo na sociedade em geral e a constipação crônica que prepara o Capitalismo Concentrador e Monopolista que se avizinha. No cristianismo de rais vemos o simbolismo de um Iéshoua peregrino Hassídico cercado de mulheres e tendo em Myriam de Mágdala seu braço esquerdo confidencial e quiçá Consorte tanto na terra quanto no céu... ou seja, na lei cultural e na Lei Espiritual ad aeternum... rompendo com a linha patriarcal e sacerdotal dos ancestrais judeus, pagando o preço a sangue por isso (como por seu enfrentamento da legitimidade de Roma em ditar o real das relações), ruptura que Iéshoua mostra vacilantemente em aceitar e por na práxis. E continua a cisão nos tempos que correm com a tradição de Israel eterna e na política do Sionismo segregador de Israel, apesar das divergências entre tais tendências. Os registros antigos preservam fragmentos da importância de Myriam de Mágdala mesmo nos evangelhos canonizados pela ICAR, transparecendo a olhos discriminadores sua fundamental participação no drama de Iéshoua assumindo o Cristo ad aeternum, e em especial evangelhos apócrifos, como o de Myriam, e outros como iniciadora e símbolo da Pitis Sofia da Gnose.
Hoje ainda sofremos o dualismo de poder de gêneros entre o masculino-feminino e a política de prisma masculino e fascistóide machista, onde a mulher ao assumir postos de poder geral se vê tangida a adjuvante de uma cultura em que sua sensibilidade feminina e criativa lhe é negada, vemos uma candidata nos EEUU, a Clinton fazendo o ambíquo papel de medusa da qual tudo se espera e nada se prognostica, diferente de seu oponente falastrão claramente caracterizado. Este ano de 2016 será marcante e divisor de águas na política mundial. E no Brasil, estamos sofrendo o golpe de setores conservadores e elites preteridas em eleições passadas, capitaneando um golpe de impeachman da presidente eleita DILMA Rousself, sem bases esclarecidas e comprovadas, por setores retrógrados da Maçonaria vinculada a poderes do Capitalismo Globalizante e Controlador Mundial. A presença estrangeira e transnacional está se infiltrando exponencialmente durante este desgoverno interino e de face golpista com o que de pior existe no centrão corrupto da política promíscua, e ISSO em grande parte devido a incapacidade da esquerda nacional ser deveras impoluta e capaz de superar as contradições de seu questionamento de poder e cultura dominante, e mesmo avaliar devidamente o poder de fogo das instâncias do Capitalismo de Controle Mundial dentro das frágeis estruturas históricas e institucionais do Brasil. Somos uma nação de 500 anos de história e só recentemente entramos no contexto de uma democracia de bases sociais na pirâmide de poder, é praticamente uma infância em comparação ao maquiavelismo da política Anglo-Européia e Norte-Americana.







