quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

TANTRA e INTENTO, uma visão sincrética entre tolteca e Cristo


TÁ AÍ um sentimento que em geral passa despercebido pela imensa maioria das pessoas, especialmente pelas mulheres(claro, isso é polêmico, tá?):  A SENSAÇÃO ORGÁSTICA, SUAS PRIMÍCIAS E PLENO DESENVOLVIMENTO PRECISA SER INTENTADA. O quê? Mas o que é isso? Intentada? É uma palavra que não tinha destaque no meu 'dicionário' pessoal antes de me aperfeiçoar e afeiçoar pela obra de Carlos Castaneda, o CC. Acontece que desde primeiro livro inaugural de CC, A ERVA DO DIABO, título que assusta os puritanos e medrosos em geral, D. Juan Matus, e depois sua trupe de artistas visionários da tradição tolteca, desenvolve a temática do intento em várias experiências comuns e extraordinárias, e define intento como a essência da magia(ou 'feitiçaria')como eles chamavam naquela época. Apesar de CC pressionar D.Juan a uma definição racional de intento, o velho nagual prometéico acabava gerando uma tautologia: intentar se aprende intentando...(O Poder do Silêncio). Por exemplo, para ter a percepção de um gigante é necessário se sentir um gigante e intensificar esta sensação durante uma situação também intensa, num contexto que exija sermos 'gigantes'. É. Não é mole não. Poucos se arriscariam a vivências intensificadas porque a comodidade faz parte, em princípio, de nossa cultura sedentária. Sento na poltrona e ligo os controles do tal Theatre Home e uma máquina holográfica me faz sentir-me gigante nos Himalaias... Depois tudo volta ao estado pigmeu de antes. O cinema tem esta magia da grande tela e, se o filme me projeta além de mim e tem um roteiro sem contradições, saímos para fora pairando naquela magia intentada pela história, inclusive tendo vários insights, que se diluem na lanchonete do Mc Donalds. Viu como o contexto nos conduz? No processo turbilhonante de um orgasmo qual a direção e o sentido da intensidade orgástica? Se alguém pedir a uma mulher logo após um orgasmo satisfatório, enquanto ainda sente as ondas orgásticas, para descrever, talvez ela possa dizer assim: ah, eu sinto a energia subir, subir, e se espalhar pela minha face, cabeça, peito, braços, corpo inteiro, e depois se descarregar pelos genitais. Mas se alguém insistir que é possível além disso, intencionar um outro sentido e direção para a onda orgástica e não apenas se repita a mesma sensação anterior mas adicione uma nova, tal como dirigir a onda energética para seus olhos, boca, céu da boca, língua, coração e profundezas do cérebro, respiração e assim em diante, até onde ousa sua criatividade e consciência, a percepção será intensificada orgasticamente nesta direção e o sentido do orgasmo se ampliará. Se ela achar interessante a proposta, se encarar a possibilidade com toda sua atenção e dialogar com suas resistências, mesmo que não dê certo nas primeiras tentativas orgásticas, o intento direcionará uma ampliação do sentido e direção da onda orgástica, por isso D. Juan está certo: intentar se aprende intentando. Mas a imaginação ajuda? Sim, se for guiada pelo intento. Orar ajuda intentar? Sim, se não for aquela reza repetitiva e moldada em palavras e rituais mecânicos. Uma prece que nasce do coração-mente da criança eterna em nós. D. Juan aconselhava o poder das palavras em voz alta quando estivermos intentando no processo, porque o simples pensamento não tinha a força nem a magia por causa do diálogo interno monótono e repetitivo, coisa que nosso ego-mundo cultural é  pródigo em produzir a todo momento. D. Juan dizia até que esta força que nos domina cotidianamente e nos leva a pensar-agir-sentir em conformidade com o mundo e nossas sensações mesquinhas e infantis era, segundo viam os videntes toltecas, um hábil predador enrustido em nossa energia-consciência. Ele chamava 'instalação forânea', denominação rebuscada para tirar um sarro do academicismo estereotipado de CC  e da prepotência acadêmica em geral. Esta descrição está no último livro publicado de CC, O Lado Ativo Do Infinito(todos da ed. Nova Era). 

Er, bem, mas e o homem? É semelhante mas com uma grande complicação. A complicação anatômica, a de que no homem o órgão de prazer fálico compartilha com a uretra vesical o mesmo trajeto, diferente do complexo genital (YONI, no termo tantra)feminino que tem clítoris, uretra e canal vaginal, além dos seios mamilados desencadeadores de orgasmos. Além disso cabe ao elemento masculino, o macho, o papel de fecundador pela ejaculação, e com isso, o condicionamento genésico e cultural atrelou o prazer à ejaculação-descarga, e a psicologia do macho gira muito em torno desse processo atávico dos ancestrais. Mesmo que um homem saia desse papel concentrador no falo e consiga ultrapassar, ou melhor, intentar um orgasmo mais pleno e satisfatório semelhante ao comentado acima à mulher, o esvaziamento ejaculatório fá-lo-á cair das alturas do clímax orgástico ao mais profundo vale nebuloso de percepção, um amortecimento rançoso seguirá, e não são poucas mulheres que se ressentem da indiferença masculina após o coito, pois como já se disse. o homem é um animal triste após o coito. Ah, bem . tem diferenças entre homens, se jovens, se obcecadões, tarados e tal, como diz W.Reich na sua tipologia de caráter: existem reações de caráter fálico-narcisistas, obsessivo-compulsivos e similares que concentram tanta energia na posse e ostentação fálica que suportam por muito tempo esta condição debilitante, mas no conjunto de sua psique e vida terão de conviver com um vazio e mesquinhez existencial, sintomas neuróticos e neurastênicos crescentes à medida que a INSISTENTE E IMPLACÁVEL IDADE ir avançando, então o poder fenece e há de comer o pó que levantou na estrada... Aliás, D. Juan tirava sarro de CC, e dizia que a natureza do poder é tal que sem poder um homem fica decrépito e barrigudo em pouco tempo... E mais, em vários livros o velho bruxo sábio afirma que nossa energia original e decisiva era a SEXUAL, que era fundamental ESTANCAR a drenagem da energia no homem evitando sexo debilitantes SE o homem desejasse ir além de seus limites humanos normais, sair da normose consensual em que estava aprisionado. Mas acho que os toltecas não alcançaram a percepção de que a ALTERNATIVA TANTRICA era uma possibilidade de não somente impedir a drenagem da energia e manter o relacionamento sexual, mas INCREMENTAR E AMPLIAR a energia como um todo, ou mesmo fazê-la girar numa órbita microcósmica, como ensinava os taoistas, ou elevá-la como uma onda Kundalínica ao alto do polo cefálico como o Tantra kundalínico ensinava. Aliás, acho que a solução taoista evita a fixação energética excessiva no polo cefálico e a obsessão sexual que causa a intensificação da energia nas gônadas. Homens limitados em visão e ainda em processo de depuração cármica (do lixo acumulado pela humanidade presente na energia sexual,) acabam sendo vítimas e algozes de outros, se não tomarem cuidado com os excessos e não virem o limite entre praticar e abusar. Ele pode se sentir superior aos 'outros' e achar que os fins justificam os meios.Ou seja, afundou na ilusão da separatividade e pior, se lambuzou. 

Por isso é preciso conceber durante o processo da intensificação tântrica um Poder Superior ao Ego, mas um poder que alie humanidade, amor, compaixão, poder e transcendência, que interligue as dimensões e amplie o ser pelo amor e não por rituais obsessivos: acho que Ieshua-Jesus, o arquétipo do self realizado em Cristo, é a referência maior desse poder superior e protetor dos extremos a que estamos expostos na caminhada pela totalidade diante da morte. Veja bem: não estou nem de leve insinuando que seja uma decisão e um comportamento fácil, antes, É O MAIS DIFÍCIL E DIALÉTICO, SENÃO PARADOXAL, CAMINHO PESSOAL DE UM HOMEM, até porque  ninguém se realiza sozinho no caminho tântrico nem no caminho da espiritualidade, e terá que se haver com a totalidade a cada passo, pois o cosmos é holocentrado e unificado e está atuante em cada um de nós e cada parcela do universo, é só esperar pra ver, camada por camada virá esta complexidade se assomar adiante e a realidade mostrar todo seu 'lado ativo de infinito', sua garra de Àguia(como viam os toltecas a imagem da totalidade), seus esporões, chicote e presas como o símbolo alquimico do deus ABRAXAS, donde irradia todo mal e todo bem segundo os gnósticos. 


Mas tudo começa com o primeiro passo, intentar e passo a passo desdobrar o intento na práxis , ou seja, no envolvimento holístico com a existência, então o conhecimento dos antigos e as vivências do presente se tornam acessíveis apesar de virem emboladas com forças negativas e contraditórias, sabendo que tudo é um se nos holocentramos em Cristo, o arquétipo do self encarnado. Muitos disseram que tudo é um, mas raros deram sua vida e sangue para se tornarem o caminho e o faról do fim do mundo para muitos. Quer dizer, para aqueles que se reconhecem nele e não ficam confiando em ídolos religiosos alienantes. Apesar do que escrevo, estou longe de taxar a igreja como dispensável para a massa, é uma necessidade para conter a boiada diante dos instintos e forças atávicas do inconsciente e do lado escuro do cosmos, gerar culpa e submissão, um sucedâneo da existência plena projetada no além-morte, recompensas futuras por bom comportamento e tal. Alguém acredita que não existam tais forças contrárias e definitivamente predadoras do ser humano? Existe algo no universo que não exista em relação ao todo e não necessite da energia como seu alimento?

JÁ ouvi de alguns que uma referência a Cristo em relação a obra de CC é uma concessão suspeita que não teria sentido. Posso responder que SENTIDO é função do INTENTO, e inclusive o intento que os videntes da tradição tolteca professavam acabava por eliminar Cristo como uma referência, em razão dos assaltos que a religião católica e protestante realizaram em conjunto com os Conquistadores. No livro O PRESENTE DA ÁGUIA , onde é apresentado o REGULAMENTO DO NAGUAL é referido por CC uma presença extraordinária de luz pacificadora nos deslocamentos do Ponto de Aglutinação da Percepção que os visionários toltecas identificam como o Molde do Homem, tão somente um refúgio de restituição na viagem infinita do Ponto de Aglutinação. e que D,Juan Matus, nagual e bemfeitor de C.C, insistia que nossa formação cristã identifica o Molde como Cristo, mas que seria apenas ´um molde´sem poder... Não entendo nem sinto assim. A formação religiosa estereotipada e teológica ensina um ícone sem poder de transformação integral e mais de submissão a autoridades que supostamente falam em seu nome como representantes abnegados. Bem longe da perspectiva holística e arquetípica que um Carl Gustav Jung e colaboradores fizeram emergir dos estudos do Self nas culturas do mundo, e assim abriram a chave de interpretação dos registros dos evangelhos e textos apócrifos sobre Cristo e o cristianismo de raiz, inclusive suas ressonâncias míticas e arquetípicas. E cada vez mais temos uma superação da teologia cristã religiosa para uma pós-teologia cristã arquetípica, como nos estudos de Jean-Ives Leloup (Jesus e Maria- Para os Puros Tudo é Puro, onde busca explicitar as relações íntimas entre Iéshoua e Myriam de Mágdala), Bart D. Ehrman (Quem Jesus Foi? Quem Jesus Não Foi?), Leonardo Boff (Evangelho do Cristo Cósmico- A busca da Unidade do Todo na Ciencia e na Religião), Brian D McLaren ( A mensagem secreta de Jesus), Matthew Fox (A Vinda do Cristo Cósmico- A cura da mãe terra e o Surgimento de uma Renascença Planetária), A. Leterre (A vida oculta e mística de Jesus- As chaves secretas do Cristo), Geza Vermes (As Varias Faces de Jesus), Tom Harpur (O Cristo dos Pagãos), e o filme de Martin Scorsese A Última Tentação de Cristo. Neste sentido o Molde do Homem nos projeta pra além de um refúgio, antes uma porta estreita que poucos e raros alcançam e encontram a transcendência Holística do Humano na faixa central da Humanidade, presente no casulo/concha energético consciencial possível ao ente humano...

sábado, 23 de fevereiro de 2013

UM TURBILHÃO CONTÍNUO ou TUDO QUE É SÓLIDO SE DESMANCHA NO AR...

7 BILHÕES DE HABITANTES NO PLANETA: desigualdades sociais que resultam em miséria para uns e riquezas de outros, migrações rurais dentro e fora de países. No artigo da resista FILOSOFIA n 4, ed. Escala, Diana Medeiros, resume o livro que sacudiu Nova Iorque em 1982, de Marshall Berman, TUDO QUE É SÓLIDO SE DESMANCHA NO AR, onde a Modernidade é uma experiência compartilhada por homens e mulheres do mundo todo, um turbilhão que envolve o indivíduo pelo clamor desenvolvimentista e revolucionário da sociedade moderna, um espírito que já era percebido por autores pré-modernos como Rousseau. Ele defende que as mais sólidas convicções do ser humano estão fadadas a sumir, a serem sucessivamente substituídas, em um ciclo que acompanha o homem desde os primórdios da humanidade. 

Modernidade é um projeto empreendido em diversos momentos ao longo da Idade Moderna e consolidado com a Revolução Industrial. Está normalmente relacionado como o Capitalismo mas com raízes bem anteriores. A Modernidade tem seu embrião no Renascimento com o surgimento da Ideia Humanista, mas no advento da burguesia na Revolução Francesa é que a revolução moderna se estabeleceu em todos os âmbitos da vida cotidiana. Fenômeno que se caracteriza pela mudança ininterrupta e incerteza constante,pelo turbilhão paradoxal de construção e destruição da vida moderna em grandes centros urbanos. Viver a modernidade é arriscar-se ao perigo de enfrentar o novo, o inseguro. È viver a possibilidade da aventura, do poder, da alegria, da auto-transformação e transformação das coisas ao redor. Ao mesmo tempo lidar com a destruição de tudo o que se tem, se sabe e se é, inclusive contestando algumas das realidades mais palpáveis  da modernidade, ou seja participação crítica portanto.

O turbilhão na vida moderna é alimentado por muitas fontes, desde grandes descobertas científicas, industrialização da ´produção, a explosão demográfica e a globalização, entre outros fatores. Me parece esquisito que no artigo citado se tenha relevado a importância da acelerada velocidade mediada pelo chips em todas as áreas da vida, do carro às comunicações, com produção de computadores com velocidade exponencial assim como acontece com a explosão demográfica. A modernidade anunciou o triunfo da Razão e a construção de um novo mundo de costas para o  passado medieval, contra os valores morais e teológicos predominantes na Idade Média. A modernidade despontou como uma utopia positiva, com a promessa de novo alento à humanidade. A idéia de ordem e progresso disseminou a ilusão de que os homens finalmente caminhavam em direção à felicidade e à liberdade. Não por acaso cunhou-se o termo iluminismo . Os filósofos das luzes pretendiam iluminar as "trevas" da medievalidade, e confiavam exclusivamente na Razão. Esse positivismo resultou em uma tendência a eliminar do mundo tudo que não é considerado moderno. Ou seja, o espírito imperialista domina o homem moderno e inige a coexistência de outras formas de pensamento. Assim não é contraditório a modernidade promover duas grandes guerras mundiais e entra no novo milênio proclamando sua suposta liberdade calcada no mundo virtual, que mais me parece uma metáfora madura da Modernidade. 

Diz-nos o filósofo Antônio Ozai da Silva, do Núcleo de Estudos de Ideologia e Lutas Sociais(NEILS-PUC), a modernidade anunciou o triunfo da Razão, representou a substituição do comando medieval impondo a racionalização do processo de produção, a impessoalidade nas relações e a dominação das elites, que buscam moldar o mundo ao seu pensamento, através da conquista de novos mercados, pela organização do comércio, a produção fabril e a colonização. Como escreveu Berman, o homem moderno vive sob o redemoinho de permanente mudança e renovação, de luta e contradição. de ambiguidade e angústia. Inclusive  temos a sensação de perdemos os valores fundamentais que dão coesão à vida em sociedade, a impotência diante do Estado e dos processos democráticos e políticos. A única certeza e meta que parece permanecer desde o princípio da modernidade é a evolução contínua, a busca da melhora ou do sucesso... 

Marx e Nietzsche e seus contemporâneos tiveram de agarrar com toda sua força o controle sobre a ambiguidade em todos os momentos de seu cotidiano para que pudessem sobreviver ás transformações ao seu redor. E o único pensador da década passada que tinha algo novo e pertinente a dizer sobre a modernidade foi Michel Focault, cujo pensamento defendia que não há liberdade individual dentro da moderna humanidade. Se nós pensamos que sentimos um espontâneo impulso de desejo sexual, Focault explica que estamos apenas sendo movidos pelas modernas tecnologias do poder que tomam a vida como objeto. Neste ponto vai surgindo a visão terrificante da Matrix tecno-ideológica com poderes de vigilância e punição incalculáveis, o processo maduro do controle da elite dominante que resultou do mata-mata histórico que impulsionou a modernidade. Surge também que decisões na estrutura piramidal do poder podem muito bem advir de comandos Illuminatis e outras ordens congêneres, sempre regados pelos abundantes rios de dinheiro, corrupção e poder. Mas se pudermos ver da perspectivas de nossos antepassados, nos deslocar em zig-zag do tempo deles(pelas leituras, filmes e outras modalidade de saber/sentir), concluiremos que há mais profundidade em nossas vidas do que supomos, veremos a imensa comunidade de pessoas em todo mundo enfrentando dilemas semelhantes aos nossos, entraremos em contato com uma cultura modernista complexa e vibrante que tem brotado das lutas críticas na modernidade. Acredito que nenhuma mulher em sã consciência gostaria de viver há 100, 200 ou 300 anos atrás, quanto mais na época medieval onde a Igreja Católico -Romana e Protestantes torturavam de formas inimagináveis e assavam vivas tantas 'feiticeiras'. Mas a luta da mulher pela emancipação ainda tem recuos em países ditos adiantados, como na Europa, quando se acha em movimento uma ideologia de repor a mulher dentro do lar e retornar a prover a família e a pátria de filhos, e isso com a superpopulação que alcançou o planeta! Mas isso faz desconfiar que existam propósitos de holocausto da população em andamento por trás dos bastidores, além das famigeradas guerras agora inseguras por causa da contaminação sem fronteiras das armas atômicas. Já ouviu falar em Chamtrails? Pulverizar a atmosfera e contaminar a população, a natureza que se lixe porque 'eles' acham que a recuperam... A lei Maria da Penha no Brasil é um avanço que veio aparentemente para ficar, após tanta barbárie encobertada pela lei e magistrados, e tolerada pela sociedade como um todo. Como conquistar uma nova relação homem-mulher que a cultura tântrico-taoista pode nos conduzir, e ampliarmos o insubstituível legado de Cristo com este novo relacionamento sexo-amoroso, distante do implacável e anacrônico patriarcalismo-machista do povo judaico e contaminado pelas admoestações misóginas contidas ou inseridas nas cartas de Paulo de Tarso?

Ser moderno, concluindo, é experimentar também a experiência social como um furacão mas também a experiência pessoal como um antídoto à perpétua desintegração e renovação da Modernidade. É sentir-se, de alguma forma, em casa, em meio ao redemoinho, fazer seu o ritmo dele, movimentar-se entre suas correntes em busca de novas formas de realidade, beleza, liberdade, justiça, permitidas pelo seu fluxo árduo e arriscado, entretanto resistir à invasão cotidiana dentro de nós e em nosso lar e trabalho, e insisto buscar alternativas nas culturas do planeta para resistir e auto-transformar-se, buscar nos sábios antigos e modernos nossa inserção na eternidade do aqui-agora, como nos ensina Sêneca em seu tratado Sobre a Brevidade da Vida, reservando tempo de ócio a desvelar o incognoscível em nós e em nossos semelhantes, o centro-self que Cristo nos encaminha, uma ponte arquetípica á totalidade em nosso ser coletivo, na união do Coração-mente da criança arquetípica e atemporal em nós, justamente aquela capaz da alquimia de nos transformar no fluxo da modernidade sem perder jamais a ternura. E como nos diz Ieshua-Jesus de João ao reticente Nicodemos, autoridade dos judeus: Eu afirmo que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo, se não nascer da àgua e do Espírito. O vento sopra onde quer, e ouve-se a sua voz mas não se sabe de onde ele vem nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos que nascem do Espírito... Eu diria mais, se não nascer também do sangue e do Coração-Mente de Cristo em seu centro-self.


ESPAÇO HANKARRA: MECÂNICA QUÂNTICA NA SAÚDE

ESPAÇO HANKARRA: MECÂNICA QUÂNTICA NA SAÚDE: MECÂNICA QUÂNTICA NA SAÚDE O físico alemão Dr. Fritz-Albert Popp, demonstra cientifcamente que as células de um organismo vivo sã...Quando eu li nos tempos faculdade de medicina A VIDA SECRETA DAS PLANTAS de Peter Tompkins e Christopher Bird fiquei encantado e embasbacado com as experiências exóticas com o nível de percepção das plantas e emissões de fótons pelas células vivas, mas na faculdade tudo transcorreu como se tudo fosse processo mecãnico e bioquímico, anatômico e fisiológico previsível e que em nada alteraria o paradigma da velha estrutura de pensamento científico estabelecido. A alegria da auto-transformação sem intermediação de química e meios mecânicos e sugestivos NÃO ENTRAVA EM COGITAÇÃO. Èramos treinados a ser SUBPRODUTOS de um sistema e REPRODUTORES/CONSUMIDORES, gente dormente que só cabia viver intensamente na repressão dos impulsos mais libertários e cair na libertinagem para desafogar o desencanto e a energia reprimida... SE SOMOS LUZ ENTÃO UM NOVO PARADIGMA SE DESCORTINA EM NOSSA INTENCIONALIDADE, ENTÃO FOQUEMOS NOSSA ATENÇÃO NOS BURACOS DE DRENAGEM DE NOSSA ENERGIA-LUZ antes que nos reste um zumbi adiado mantido viável com fluoxetina e viagra...Se as células são geradores de fótons e se comunicam basicamente por fótons, se nos alimentamos por fótons através do sol e produtos alimentícios dele derivados, o próprio intercurso sexual e amoroso é um trânsito de fótons e uma usina de luz movida pela intenção-respiração, o esperma do homem ejaculado pela força do instinto e da volúpia animal é um processo de decadência mortal a longo prazo e resulta em fixação de caráter e baixa energia mental, apenas compensado SE for canalizado para REPRODUÇÃO, e isso é um busca pontual e esparsa na vida do casal, pois na esmagadora maioria das vezes se ama sexualmente pelo puro prazer de troca de afeto e energia, de comunicação e entendimento mútuo, enfim MANTER A UNIÃO e a FUSÃO de individualidades em múltiplos níveis de profundidade.

Aliás, é preciso que fiquemos atentos com a ilusão consensual dos sentidos reforçada pela cultura e pela ciência caolha do paradigma cartesiano-newtoniano e promessas ufanistas da religião e congêneres, ilusão esta que insiste na dualidade entre interior e exterior, e tantas outras dualidades decorrentes. Quando se entra em contato com outra pessoa ou ambiente mais profundamente, seja no sexo ou amor, ou no ambiente de trabalho e familiar, numa cidade, num pais, enfim no mundo, gradativamente vamos nos UNINDO para o bem ou para o mal com o objeto de nossa atenção, para a saude ou para a doença, nossos campos e corpos se comunicacam, consciente e inconscientemente, queiramos ou não. 

Então todo cuidado e consciência é pouco, e sexo não deveria ser feito por puro instinto e descarga, por fantasias de poder e efeito da paixão testosterônica e estrogênica. porque colheremos o que não queremos e plantaremos o que não prevíamos, e tudo o que se planta se é obrigado a colher de uma forma ou de outra. Estamos expostos no mundo e na MATRIX e isso não podemos mais evitar, exceto em situações especiais e momentâneas, porisso é preciso SURFAR na onda que momentaneamente domina o mundo, recolher o elevado que vem a reboque das vagas da ressaca, e transpor na práxis, isto é, na totalidade do processo-ser, a DUALIDADE que o consenso cultural-científico-religioso nos aprisionou, mas LEMBRAR SEMPRE QUE O PERIGO ESPREITA SEMPRE O PIONEIRO DO CAMINHO, como espreita uma criancinha que dá os primeiros passos e toda infância. Porisso CRISTO deveria ser buscado em primeiro lugar como FARÓL NA PASSAGEM PELA PONTE DO MUNDO rumo ao INCOGNOSCÍVEL, que é  enfim, nossa origem e nosso destino aqui-agora e no fim da vida e dos tempos...

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Massagem Tântrica: A lingam massagem

È um link sobre massagem tântrica no lingam, o órgão fálico do homem. No blog achei apenas a massagem pelas mãos de outro homem. A massagem pelas mãos de mulher que lá encontrei é excelente, mas está num contexto pornográfico. Então, não dá pra postar, né? Aliás não deveria ser a massagem somente focada no órgão fálico, mas estendida como ondas por todo o corpo para redistribuir a energia fálica, como a massagem Lomi Lomi Nui, ou apenas Nui, massagem das ilhas da polinésia e Havai, onde a gente se sente nas ondas do mar.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

UFOS ONLINE: A Historia dos Reptilianos & Annunakis: A Teoria

UFOS ONLINE: A Historia dos Reptilianos & Annunakis: A Teoria: Havendo uma suposta desconfiança de pesquisadores, cientistas entre outros, falando sobre os tais Anunnaki: os criadores da humanidade ...

UFOS ONLINE: A Historia dos Reptilianos & Annunakis: A Teoria

ABDUÇÕES E CANALIZAÇÕES- minha visão e perspectiva crístico-tântrica

Vou dar meu palpite sem querer polemizar. Li os livros do pesquisador Budd Hopkins INTRUSOS(intruders) e outro sobre abdução-sequestro de uma norte-americana,detalhadíssimo num livro cujo nome não me recordo, e acho muito dramático e escandaloso tratarem sob sobre as abduções alienígenas com este jeito inconsequente que leio em blogs de ufólatras. Cada um se sujeita àquilo que quiser, é seu destino que selará, e neste mundo de anônimos, muitos dariam a liberdade a Mefístoles para terem ou serem algo que desejam. Budd Hopkins era reticente e crítico a respeito destas abduções e sabia o quanto sofriam as vítimas quando a dramática realidade era desvendada. David Jacobs,autor de A Vida Secreta e A Ameaça também dizia que estas abduções eram um projeto de manipulação fisiológica, genética e mental, e que os abduzidos eram forçados a uma defesa projetiva do ego,querendo acreditar que os raptores( e predadores)seriam superiores espirituais e benévolos, se achavam escolhidos para alguma 'missão especial', ao invés de enfrentar a realidade de serem vítimas raptadas por predadores e reptícios. Acho essa coisa bem similar a experimentos nazistas à excessão dos holocaustos. Tem até um coitado conhecido como URANDIR que em troca de estilhaçar pratos com o 'poder da mente' se dedica a atrair um séquito de seduzidos aos alienígenas. Estavam também reunidos estes ufólatras em 23 de dezembro esperando o resgate ou proteção especial. A ufóloga Ann Drufell afirma que a RECUSA MENTAL diante dos sedutores ou amedrontadores alienígenas deve ser IMEDIATA e PRECOCE, mas isso funciona para quem sente seus direitos violados com aproximações sub-reptícias. Porém penso que necessitamos ENERGIA para este escudo protetor, termos uma vida de sentido e direção(como dizia D.Juan nas obras de C.Castaneda, sermos guerreiros do conhecimento e na práxis da vida), em especial se em nosso centro-self a presença de Cristo é invocada e contactada por amor e intenção. Inclusive, diga-se de passagem, o Sudário de Turim é a espantosa prova da interferência ufológica na ressurreição de Cristo,mas um poder ufológico voltado a colaborar com a espécie humana e não subjugá-la. Neste sentido ainda, a práxis sexual tântrica evita a drenagem da força vital e perda do magnetismo, afastando os parasitas mais rasteiros que se alimentam de nossa volúpia e energia, energia tântrica esta que pode ser conduzida para a aceleração de nossa consciência holística e plenitude humana, sem necessidade de nenhuma manipulação ou pretensa canalização por abdutores e chipadores ardilosos. 

Afinal, como se diz: o diabo é esperto porque é velho, assim estes alienígenas chipanzés são nossos tataravós, mas se tornaram nossos predadores nos bastidores da consciência e em lugares inacessíveis, até porque não somos totalmente naturais do planeta terra, visto que dependemos do corpo de Gaia-Mãe mas somos além, geramos cultura e civilizações que destoam e ameaçam o ecossistema. Envio a todos votos de encontrarem o caminho da liberdade dentro de si mesmos, sem se submeter a serem teleguiados por coisa alguma. Já nos basta a arena que temos de enfrentar cotidianamente na vida social e na existência mortal que nos ameaça a cada fase e momento da vida. É melhor um caminho estreito de sacrifícios, porque larga é a porta da ilusão e da morte. E como alertava Ieshua-Jesus, deixe que os mortos enterrem seus mortos, os cegos guiem os cegos, siga seu coração-mente e encontrará Cristo no faról da ponte do mundo.