sábado, 23 de agosto de 2014

a sunset walk part two 3-29-2014- decididamente os americanos piraram debaixo de um céu carregado desses.

Decididamente os americanos abdicaram da razão e estão pirando debaixo de um céu carregado e rajado desses suspenso no ar... Um céu venenoso é motivo glorificação? Pode-se dar valor de arte a rastros quimicos que envenenam a existência e o bioma? É um prato cheio de morte e subjugamento a Engenharia Climática e seus nefastos financiadores. Pois graças a um pesquisador brasileiro, Frederico de Marco, somos a única nação do mundo com metodologia e dispositivos de anular as graves e danosas fumigações, donde proveio a ESTAÇÃO X,  mas os colegas americanos não nos ouvem, cegos com sua própria importância e solidão... cavam seus túmulos com suas mãos... 

Matriz Um, Centro-Self, Dan-Tien e Dança Cósmica Integrativa.

Somos um toróide de energia em fluxo interconectado

Indo além de nossa auto-concepção cultural, social e conceitualmente articulada: a dança cósmica em Si-Mesmo, despertando a Matriz Um a partir do Centro. 

Somos o que pensamos, o que nos ensinaram, o que ousamos, o que a grande cadeia do Ser sonhou e projetou a partir da Matriz UM original e incognoscível racionalmente, mas intuível e sensível, implacável e aterrorizante conforme nossa intenção e poder pessoal e coletivo?

O presente aqui-agora e o além em mim se encontram num ponto além da consciência objetiva.
Os sentidos e a multidimensionalidade do que é percebido no consenso dos sentidos, inclusive a mim mesmo nesta paisagem sensorial, podem ser captados em conjunto. No fazer em que somos jogados no mundo esta potencialidade não é sentida. O objetivo consensual e o além-do-consenso pairam uma dimensionalidade energético-consciencial obscurecida pelas preocupações, pensamentos, pelo fazer. E mais ulteriormente, na raiz de tudo paira a matriz Um, nem energia nem representação ou limite-ser, nenhuma contração da potencialidade na possibilidade dos eventos. Tem modo de expressar tudo isso de um modo mais reduzido? Difícil, se não desejamos deturpar a captação da intuição-energia em que desabrocha a matriz Um que possibilita esta muti-dimensionalidade,  mais perceptível pelos sentimentos e menos pelos sentidos e pela mente... Se numa estrada estou a certa velocidade no carro e num momento de silêncio sinto um plus de energia me percorrendo, este transe pode me possibilitar esta trans-percepção em mim-mundo  nesta dimensionalidade e a matriz Um de onde emergem os eventos que percebo, ou seja a estrada, os automóveis, o espaço, o tempo, eu mesmo na cena, e o sujeito percebedor em mim. Percebo e crio ao mesmo tempo? Crio por força do intento coletivo consensual? Tenho que manter a direção e prestar atenção no que se desenrola na estrada, mas algo além em mim, motivado pela energia extra que posso estar cultivando com esmero de um questionador, amplia os canais sensoriais para além dos sentidos fragmentários, visão em especial, acrescido também o sentido eu-proprioceptivo em que sou. A percepção passa dentro de um refúgio especial: o silêncio sem questionamento e sem medo, atenção plena.Mas existo para além da estreita cena em que sou neste momento? Cabe então a mim e a nós resgatar e compartilhar esta existência ampliada.

Criador/Criatura, Criador? Criatura? No livro de Robert Charroux revela que graças a uma querela entre o bispo Eusébio de Cesareia e o filósofo grego Porfírio, trechos da obra de Sanconíaton (na tradução direta de Fílon de Alexandria) sobre a cosmogênese Fenícia chegou até nosso conhecimento. Nesta cosmogênese Fenícia, os deuses imortais é que foram criados pelos seres mortais, Mortais estes sejam ou não terrestres...Os extraterrestres eram denominados Tecnités(artesão) e o terrestre Autóctone. Astarte, A Grande, por exemplo, que tinha sobre sua cabeça o sinal da realeza (uma coroa ou um capacete de controle ou comunicação) viajava com um transporte especial. Segundo Sanconíaton, Crono (traduzido em latim é Saturno, chamado Baal ou Bel pelos orientais, ou Hel/Hil pelos fenícios, (e Heliópolis nada teria a ver com o Sol mas com Hel) Crono é um poderoso extraterrestre, filho de Úrano e sua irmã Geia. Interessante na história teogônica Fenícia, os astros e os viventes existem em correspondência, seus ciclos cósmicos e acontecimentos pessoais se interpolam, e os Gregos se apossaram e ornamentaram esta história ancestral fenícia, chegando assim até nós deturpada. Os aliados de Hel (Crono) foram cognominados Elohim, o que corresponde a Cronianos. Foram assim denominados em memória de Crono... Este Crono entrou em contenda com seu progenitor Úrano e exilado em lugar ignorado. Úrano enviou de seu lugar de exílio a filha Astarte (chamada Vênus) com suas de suas irmãs, Reia e Dione, para dar morte a Crono... Os Hebreus, segundo Robert Charroux, portanto, foram iniciados pelos Egípcios e Fenícios, cujos mitos adotaram, alterando-os. Os criadores da civilização, os Elohim, ou `Deuses`, seriam os heróis fenícios de que nos fala o sábio da época, Sanconíaton. Diga-se apenas de passagem, se a história fenícia não seria herança de outra ancestral, a dos Sumerianos, segundo o estudioso Zecharia Sitchin?

Criador? Criatura?

Nas eras/ Antes das mais das eras/ No Mundo/ Surgiu uma criatura/ Diversa/ Diferente das feras/ Pensante/ Sem duvidar do futuro adiante...Faz do seu viver uma luz brilhante/ Ofuscando paz e guerra/ Pra dominar toda terra.../Criador?Criatura? /À semelhança de Deus foi criado/Criador?Criatura? Maravilha mistura?/ Ciência poder e pecado/ Miragem? Delírio? Imagem? Espelho? Pintura?/ Criador ou Criatura? No fundo do abismo desse mundo/ Persiste Deus igual e triste/ Que pensa/ Que há mesmo diferença/ Segura/ Entre quem cria e quem é criatura - do CD Sá & Guarabira & Zé Rodrix.


Matriz UM em processo

Nada como uma dança caótica de movimentos descerebrados,rr... é um processo.

Imaginemos o seguinte: você se dispõe a realizar movimentos respiratórios como já foram postados neste blog, uns quinze minutos diria, talvez ao escurecer e você já se livra de algumas lembranças próximas de forte carga emocional. Então você põe em ação um CD musical-instrumental que evoquem sensibilidade em seu coração. Está num cômodo com espaço livre, quase no escuro, com alguma luz fora do quarto. Suas raízes, pés e mãos estão livres. Você se põe em postura invertida sobre uma base natural para maior contato, por mais algum tempo e até sentir o Coração contactado com a Mente. laço que os sábios taoistas chamavam Shen(Espírito). Para isso primeiro saem as lembranças do dia e as próximas mais emocionais, por fim sente o Pai e Mãe em Si Mesmo e Conecta-se com o Filho em Si Mesmo por meio de Christo Reconciliador, para o qual as Crianças é que são dignas do Reino dos Céus... Então você troca o CD musical-instrumental e põe algum que lhe evoque movimentos energéticos de baixo pra cima e de cima pra baixo, e se põe sentado em postura clássica de meditação, recostado sobre uma parede de madeira, as mãos livres sobre o colo, as perna do modo que lhe for menos tenso. 

Você entra dentro de si mesmo e se deixa levar pelas vibrações que os movimentos das músicas lhe provocam. Você liberta sua cabeça e pescoço para seguir como lhe aprouver os movimentos musicais. Sente um lampejo de energia vibracional dentro de seu abdome, a partir de seu centro Dan-Tien, o centro do Corpomente entre o umbigo e o púbis. O impulso da vibração lhe leva a por em contato a parte dianteira da língua em contato com o céu de sua boca e liga os canais anteriores e posteriores de seu campo energético formando a Rota Microcósmica dos ancestrais taoistas. Você deixa sua respiração livre seguindo o curso de suas emoções, deixa os movimentos da cabeça embalados pelas ondas sonoras que sobem por sua coluna nervosa, ou pelo Canal Regencial ou Vaso Governador (Du-Mai), sim, mesmo que você não sinta com clareza, é a coluna nervosa-energética quem se encarrega disso, e deságua nos centros do Cérebro e desce pelo Canal Funcional, ou Vaso Concepção ( Ren-Mai). Movimentos diversos acontecem com a cabeça, giros, ondulações, serpenteamentos, destravando os anéis de couraça do pescoço. Aos poucos você percebe que seus braços e mãos querem participar dos movimentos e permite que eles se alcem em movimentos embalados pelas músicas, soltando a memória dos movimentos expressivos
retrancados. Movimentos de embalar , oscilantes, serpenteantes, espiralados, tóricos... Estes movimentos desatam as correntes de energia internas e provocam a emergência do Tórus de
energia encapsulado e em potencial, quase nunca recordados e despertados. Então você sente necessidade de se elevar do lugar onde está sentado e encostado. Então permite que suas pernas e pés sigam os movimentos dos braços ao seu próprio sabor, completem e levem além os pulsos de energia de seu centro Dan-Tien contactado com seu centro Coração-Mente (Shen), mantém um contato ao mesmo tempo com o ambiente e o chão e com o fluxo de energia-movimento em que vai se tornando, buscando dissolver a percepção de fronteiras e concepções corporais de eu-espaço-tempo. Você faz a dança circular e espiral sagrada em ressonância com seus braços e seu Coração-Mente, você sente seu corpo se contactenar e expandir a si mesmo como um toróide de energia, e mesmo que o CD se interrompa em algum momento ou se encerre, você agora dança sua própria música  interior, e vai aprendendo racionalmente com sua memória anímico-emocional. Você não dá a mínima pra pensamentos repressores e críticos-sarcásticos sobre sua conduta e sua performance. Você não está num palco nem tem público, você está redescobrindo o que existe em potencial dentro e em abismos de ancestralidade em você mesmo e reintegrando em nome do amor a Christo, porque sem amor somos um címbalo frio que retine...

domingo, 8 de junho de 2014

O ato unotântrico na práxis é uma crista da onda integrada no UNO: È um inteiro.- Unotantric act in praxis is a wave´s integrate crest into UNO: it´s a whole.

O ATO UNOTÂNTRICO NA PRÁXIS É UMA CRISTA DA ONDA INTEGRADA NO UNO.


Acho que o romance se torna prioridade quando a pessoa, em geral a mulher, encontra um par que lhe espelha os mais recônditos anseios, pelo geral de proteção de arquétipos parentais e maternos, diverso da grande maioria de homens, criados e educados com o sarcasmo do macho dominador e sacana. Nossa cultura teme a feminilidade subversiva num homem. Então humilha e reprime a sensibilidade no menino. Talvez, num nível mais superficial, isso tenha mudado, ou venha ensejando mudança, na cena atual da cultura, mas não sei até que ponto tem passado para a educação e internalizado pelo homem. A pressão precisa vir da mulher para que o homem saia de sua postura canastrona de pretenso distribuidor de cartas. O mundo como um todo em seu processo piramidal de poder não facilita em nada esse deslocamento da gravidade do poder, equivalência e equidade. Justiça não faz parte do cardápio da elite que desponta no cume da pirâmide do poder, nem entre seus pares, respeitam apenas o dente de sabre do tigre e o poder de seu jogo de cartas. È similar mesmo ao jogo de cartas, quem se endivida perde poder de barganha, é descarnado e desossado. 

De modo geral não acontece a união dual de casais complementares e afinados, pairando muito mais no imaginário cultural que alimenta ideais para dar sentido a vida amarga e carregada de trabalho e rotina, bem como na industria cultural para dar desejo a mercadoria embalada pelo imaginário cultural. O que acontece é o carma herdado e atualizado da civilização e da própria existência geral e humana, carma existencial este que pouco tem a ver com carma ego-onto-reencarnacionista. Aliás, este derivou daquele mais ancestral e essencial. O drama do carma como um todo se desenvolve em cada existência individual ou dual, pessoal e coletiva, seja lá que cultura for do globo. Temos que reencetar e realizar este carma-débito em cada relacionamento humano. Porque o Uno cobra, exige, timtim por timtim de nós e cada ser sua contribuição participativa no processo unificante e na resultante evolutivo-consciencial de sua unidade.

 Abrasax é a imagem simbólica e arquetípica bastante reveladora desta pressão onipresente do Pleroma Gerador e Desintegrador de pessoas, seres e coletividades. 
Abrasax,sua manifestação na consciência se nos afigura como loucura irreconciliável de opostos, assim como para um bebê, em sua fragilidade e dependência, uma mãe é percebida como boa mãe, reprimindo a mãe má dentro de sua consciência, a fim de preservar sua integridade mental e física.

É assim que o drama se desenvolve sempre desde um núcleo ponto zero em cada ciclo da espiral cósmico-arquetípica. Quando chegamos ao um final pleno de um ciclo existencial, esperemos por um desmembramento do êxodo em novo deserto, mesmo que carreguemos nossos trapos e cicatrizes curadas da espiral conectada. E conforme a ruptura do antigo ciclo, realmente seremos obrigados a reencetar uma nova trajetória conjuntural inclusive, novo desafio de trabalho, concurso, emprego, cidade. Lembra mesmo o ciclo de meridianos conectados da acupuntura. 

Um ponto zero de re-encetamento pode ser encontrar ou resgatar (ou melhor ser resgatado) por um par dual bem equidistante do nível consciencial e perceptivo. Anos ou décadas podem ser necessários para uma transdução sincrônica desses vasos comunicantes em processo na espiral existencial holocentrada. E isso inclui necessariamente o fulcro sexual-tantrico(taocognitivo). Anos de relacionamento complexo para uma condução íntima e sexual que espelhe esta transdução sincrônica. 

Na cama em geral se desenvolve o fulcro do drama cármico que se abre á espiral holocentrada pelo intercurso tântrico-taocognitivo. Na civilização alieno-alienígena que estamos mergulhados ninguém pode viver no ritmo do tao, apesar de muitos profissionais e gurus se considerarem como tais, como um fiel pode ficar doutrinado e auto-convencido. Porisso o arquétipo do "hassídico da galiléia" peregrinando em seu êxodo pelo deserto do mundo, está conclamando a boa-nova da plenitude potencial do vir-a-ser espiral holocentrado, esta taognose da práxis aqui-agora, vivendo na história em passagem pela transitoriedade de si e do outro-mundo, é aclamado aqui como o mais autêntico espelho da imagem do Inteiro acessível a nós por meio de Cristo, o Anthropos vivo em nossa raiz cultural e nosso destino ontológico.  

A partir de um nível de relacionamento e domínio tântrico, um homem e uma mulher se encontram em uma unidade tântrica, embora não seja taognóstica e assim em descompasso com o holocentramento em Cristo-Self. O intercurso pode adquirir enfim um movimento que seja a resurgência do movimento taoespiralado, sem que a divisão cérebro-cultural( e alienodominante) se interponha na unificação corpomental tântrica. Realizar no ato o intercurso do Um andrógino faz prenúncio do misterium coniuctionis ao longo da espiral holôntica. Os genitais se tornam o portal de entrada, e não apenas a porta de acesso, onde desempenham o orgasmo tântrico auto-regulado do auroborus espiral, o que pulsa em espirais na resultante do Uno. 


Entrar e sair, sem deixar de se conectar, sem romper o contato com o uno andrógino, mesmo na desarmonia superficial de egos defasados, mas unidos por nome e amor correlativo a Cristo, nem que seja por conexão de um dos pares, dado a diferença já referida de ambos no carma existencial integrado, os genitais se tornam o portal desta alquimia holocentrada por meio da energia tântrica frutificada na práxis integrada a passagem pela ponte do mundo. 

Um casal pode estar em íntimo e intenso intercurso e um ser o portal do outro no acesso ao orgasmo andrógino do misterium coniuctionis. Um êxtase orgástico pleno de fluidos energèticos intercambiados. A yoni, gruta sagrada viva, é penetrada e abraça em íntima ressonância o lingam-falo despertador. O próprio processo indica o movimento integrado para manter acesso a chama do intercurso tântrico . Quando necessário, cabe ao homem tracionar um ou outro ovo de jade o suficiente para se resguardar da premência da ejaculação, respirar-aspirar, empregar esta ou aquela contração(bandha), puxar ou empurrar, agarrar e tracionar ou estirar alguma porção do corpomente integrado, é intuição-inspiração de momento, que resulta em manter a chama sagrada do êxtase do Um Androgineu.
O tantrismo taoista é profícuo nas descrições das posturas e os embeleza com nomes poéticos, bem no espírito taoista: União Ìntima, Chifre do Unicórnio,Ligação Ìntima, Peixe-lua, Bicho-da-seda tecendo casulo,Dragão Invertido e tais. 

   Um longo processo de integração com nossos princípios existenciais, entre não-ser e ser, isso deságua num intercurso tântrico, especialmente se Cristo, o arquétipo do Inteiro Anthropos, estiver holocentrado. O pai, a mãe primordiais em nós, a água, o peixe, os ossos, o sexo, o bebê, o fogo, a luz, o coração, a energia em radiãncia, a terra, o sangue, a carne, a madeira, a árvore, o verde, a geração, a fecundação, o metal, o ar,  o som, a transmutação, o cristal, a pedra.  
Somos água, peixe, criança, madeira, árvore, calor, fogo, coração, sangue, luz, terra, vísceras, ar, cristal, metal , amor, movimento,transmutação, morte, renascimento, ressurreição.

SE sou o que invoco, pela palavra do coração, de bebê em conexão com o pai-mãe primordiais, se perco as fronteiras e me dissolvo na palavra, no som, no sentimento invocado, na imagem-pensamento desse sentimento original, as forças em mim recebem a primazia deste encanto, a cura se encaminha pela restituição do Inteiro em Cristo. Invoco o sangue, a água, o amor, a terra, o corpo, a energia luz, o fogo, a geração-madeira, o ar-espírito, o hálito, a palavra de Cristo Reconciliador, eis que o misterium coniunctionis é invocado no tempo-espaço por meio de mim em Cristo.