![]() |
| Somos um toróide de energia em fluxo interconectado |
Indo além de nossa auto-concepção cultural, social e conceitualmente articulada: a dança cósmica em Si-Mesmo, despertando a Matriz Um a partir do Centro.
Somos o que pensamos, o que nos ensinaram, o que ousamos, o que a grande cadeia do Ser sonhou e projetou a partir da Matriz UM original e incognoscível racionalmente, mas intuível e sensível, implacável e aterrorizante conforme nossa intenção e poder pessoal e coletivo?
O presente aqui-agora e o além em mim se encontram num ponto além da consciência objetiva.
Os sentidos e a multidimensionalidade do que é percebido no consenso dos sentidos, inclusive a mim mesmo nesta paisagem sensorial, podem ser captados em conjunto. No fazer em que somos jogados no mundo esta potencialidade não é sentida. O objetivo consensual e o além-do-consenso pairam uma dimensionalidade energético-consciencial obscurecida pelas preocupações, pensamentos, pelo fazer. E mais ulteriormente, na raiz de tudo paira a matriz Um, nem energia nem representação ou limite-ser, nenhuma contração da potencialidade na possibilidade dos eventos. Tem modo de expressar tudo isso de um modo mais reduzido? Difícil, se não desejamos deturpar a captação da intuição-energia em que desabrocha a matriz Um que possibilita esta muti-dimensionalidade, mais perceptível pelos sentimentos e menos pelos sentidos e pela mente... Se numa estrada estou a certa velocidade no carro e num momento de silêncio sinto um plus de energia me percorrendo, este transe pode me possibilitar esta trans-percepção em mim-mundo nesta dimensionalidade e a matriz Um de onde emergem os eventos que percebo, ou seja a estrada, os automóveis, o espaço, o tempo, eu mesmo na cena, e o sujeito percebedor em mim. Percebo e crio ao mesmo tempo? Crio por força do intento coletivo consensual? Tenho que manter a direção e prestar atenção no que se desenrola na estrada, mas algo além em mim, motivado pela energia extra que posso estar cultivando com esmero de um questionador, amplia os canais sensoriais para além dos sentidos fragmentários, visão em especial, acrescido também o sentido eu-proprioceptivo em que sou. A percepção passa dentro de um refúgio especial: o silêncio sem questionamento e sem medo, atenção plena.Mas existo para além da estreita cena em que sou neste momento? Cabe então a mim e a nós resgatar e compartilhar esta existência ampliada.
Criador/Criatura, Criador? Criatura? No livro de Robert Charroux revela que graças a uma querela entre o bispo Eusébio de Cesareia e o filósofo grego Porfírio, trechos da obra de Sanconíaton (na tradução direta de Fílon de Alexandria) sobre a cosmogênese Fenícia chegou até nosso conhecimento. Nesta cosmogênese Fenícia, os deuses imortais é que foram criados pelos seres mortais, Mortais estes sejam ou não terrestres...Os extraterrestres eram denominados Tecnités(artesão) e o terrestre Autóctone. Astarte, A Grande, por exemplo, que tinha sobre sua cabeça o sinal da realeza (uma coroa ou um capacete de controle ou comunicação) viajava com um transporte especial. Segundo Sanconíaton, Crono (traduzido em latim é Saturno, chamado Baal ou Bel pelos orientais, ou Hel/Hil pelos fenícios, (e Heliópolis nada teria a ver com o Sol mas com Hel) Crono é um poderoso extraterrestre, filho de Úrano e sua irmã Geia. Interessante na história teogônica Fenícia, os astros e os viventes existem em correspondência, seus ciclos cósmicos e acontecimentos pessoais se interpolam, e os Gregos se apossaram e ornamentaram esta história ancestral fenícia, chegando assim até nós deturpada. Os aliados de Hel (Crono) foram cognominados Elohim, o que corresponde a Cronianos. Foram assim denominados em memória de Crono... Este Crono entrou em contenda com seu progenitor Úrano e exilado em lugar ignorado. Úrano enviou de seu lugar de exílio a filha Astarte (chamada Vênus) com suas de suas irmãs, Reia e Dione, para dar morte a Crono... Os Hebreus, segundo Robert Charroux, portanto, foram iniciados pelos Egípcios e Fenícios, cujos mitos adotaram, alterando-os. Os criadores da civilização, os Elohim, ou `Deuses`, seriam os heróis fenícios de que nos fala o sábio da época, Sanconíaton. Diga-se apenas de passagem, se a história fenícia não seria herança de outra ancestral, a dos Sumerianos, segundo o estudioso Zecharia Sitchin?



Nenhum comentário:
Postar um comentário