quarta-feira, 13 de julho de 2016

A REDE TÂNTRICO-TAOISTA CRÍSTICA, fundindo as posturas e refletindo na práxis da dualidade.

Horridas nostrae mentis purga tenebras, assim diz a Aurora Consurgens-
citada por Jung no livro-testamento Memória Sonhos Reflexões.
("Purifica as terríveis trevas de nosso espírito", Aurora Consurgens, escrito
alquimista atribuído ao santo Tomás de Aquino).


A práxis é na cama do casal afinal. O trabalho de horário empedernido numa realidade cada vez mais caótica e teleguiada, em que a pessoa mediana praticamente nada pode modificar, só lhe resta o caminho de integração pessoal e interpessoal, ISSO se for capaz de deslindar a REDE de aprisionamento que está submetida aqui-agora pelo carma pessoal, familiar, social, histórico e existencial. E tudo começa num ato de espreita de si mesmo dentro do trânsito do processo, como um motorista aprende a espreitar-se dentro de um labirinto de trânsito em um grande centro urbano, isso se não quiser se estrepar numa encruzilhada qualquer. SE alguém desejar um retorno e reencontro consigo mesmo dentro da práxis diuturna e cotidiana, saberá que NADA está separado e TUDO está num TODO amalgamado sem começo nem fim, saberá das ilusões dos sentidos e da rede cultural-social que molda sua percepção e conhecimento de si e do mundo, enfim um CALEIDOSCÓPIO de uma existência de Proteus metamorfo onde tudo está conectado e embutido em todos, e saberá que tudo é UM. SE algo de legítimo nos trouxe a ´globalização´da agenda neoliberal das corporatocracias mundiais, na sua megalomania de controle e poder, é justamente a POSSIBILIDADE de INTERCONEXÃO entre as culturas diferenciadas e mesmo polaridades aparentes no globo, onde o Cristo Peregrino se encontrou com Lao-Tsé e veneráveis taoistas, Buda, Pántanjali- Yogue e finalmente o tantrismo dualista da grande Mãe (que busca se relaciona com o Absoluto nos pares dialéticos-complementares). 

A cultura destoante desta síntese é o Islamismo Maometano, o qual teria de sofrer uma verdadeira Reforma tão radical a fim de integrar o dualismo execrável que o sustenta, que quiçá restaria os aspectos sublimes de filosofias místicas e pacíficas do islamismo. O escopo fundamental do movimento holo-espiral do Grande Uno é reconhecer a SI MESMO nesta dualidade existencial que fermenta e é a essência de manifestação do próprio movimento, e ISSO se reflete na interação interpessoal, em especial da relação DUAL entre homem-mulher numa conexão conjugal de convivência na práxis diuturna. Não se está excluindo desse âmbito outras relações duais ou poligâmicas, desde que tenham de escopo este realização do Uno em todos os sentidos, embora o desafio é supremo e passa antes em geral pelo sucesso da conexão dual como base de ir além.


Neste sentido e num estágio já avançado de interconexão com o Grande Uno Crístico e interpessoal dual, podemos assim configurar um vislumbre de um momento íntimo de reencontro e reativação da relação, pois em geral SE NÃO TIVERMOS uma imagem dos apogeus da relação íntima, passa desapercebido e desvalorizado, mesmo confundido o processo inteiro. 

Volto pra casa cansado, o trabalho de atenção extenuante e as complicações práticas das exigências constantes que envolvem o trabalho me leva em casa com a mente turbinada e impaciente. Entretanto minha parceira e companhia conjugal também está agitada na suas incumbências tanto rotineiras quanto novos compromissos com estudo e cursos. Ela havia tomado banho e cheirava frescor. A interceptei no corredor e a abracei pelas costas massageando-lhe os seios. Recentemente passei a entender a importância de massagear delicadamente e gradualmente numa espiral com mais pressão os seios da mulher, assim como entendi e passei a Ela a importância de massagear a bolsa escrotal e os testículos do homem antes e durante o intercurso sexual, com isso estimulando ou lentificando o impulso de penetração do períneo masculino. São detalhes que a gente aprende na práxis e não se encontra em literatura de teóricos de plantão, que seguem mais teoria antiga de caráter rígidos, do que os movimentos próprios do contexto relacional. ISSO afinal foi o sinal de nos prepararmos para irmos ao leito. Higiene íntima é em geral indispensável tanto para o parceiro quanto para nossa própria segurança. Neste passageiro intervalo, ainda no processo de higiene, tenho o impulso de realizar uma oração de intercessão para que Cristo Libertador e Reconciliador nos leve, tanto a mim quanto a Ela,  ao reencontro com o pai e mãe originais, a fonte das energias masculinas e femininas em nós mesmos.  No leito desejo que me faça massagem com óleo essenciais de flores a partir dos pés e pelas costas, isso me faz relaxar o sistema nervoso ativo cerebral e transferir-me para o sistema nervoso visceral (simpático-parassimpático, yang-yin) e bastou-me uma massagem gradual e depois mais ativa no falo e seu guardião (os testículos) que a ereção sucedesse. Esta solicitação já me levou a massagear-lhe os seios, ombros, abdome, coxas, costas e pés, levando-a a me direcionar o falo entre suas coxas e ir atritando o bálano em sua Flor Púrpura, enquanto lhe beijava o pescoço e nuca, massageando-lhe as costas e seios, ao ponto que através da fricção do clítoris Ela entrasse em poderosa catarse orgástica. Em aguardo de alguns momentos de êxtase psicodélico orgástico, Ela novamente me agarra pelos testículos e me dirige pra entrada de sua gruta sagrada, e nesta postura de perfil de encaixe, com meu pé apoiando na parede de madeira e a mão me tracionando pelo gradil da cabeceira da cama, continuamos nos massageando e levando o bálano do falo ir bailando na entrada da IONI-Flor Pulsante, e só na medida do desejo de penetração dela, foi levando-me mais a fundo em sua profundo labirinto, até bater-lhe no portão alado, e ir se posicionando mais adequadamente para este mergulho no absoluto da forma desintegrada pela energia/respiração/catarse, o que resultou de passagem em outro pico orgástico dela e um voo meu orgástico de acompanhamento com gemidos, palavras e tremores, e indo mais e mais no processo, friccionando o bálano em seu clítoris através das pregas dos lábios da Flor Púrpura, levando-me ao pico orgástico e catártico num novo vôo psicodélico de imagens e cores caleidoscópicas. E simplesmente tudo sem nenhuma necessidade de impulso ejaculatório de minha parte, nem impulso de fecundamento ejaculatório da parte dela. Enfim, sexo tântrico-taoista em que ambos são forças complementares e unificadas num todo.

Em geral em nossa cultura ocidental, por motivos da submissão que o patriarcalismo tradicional judaico-cristão e posteriormente o falismo fascista dominou a sexualidade tanto do homem como da mulher, é o par masculino que precisa ir além dos condicionamentos atávicos e culturais, retroceder as pegadas do carma impresso na areia movediça da cultura e de nossa formação pessoal , social e histórica, para morrer e renascer em novo âmbito na práxis da sexualidade, e com isso atrair e iniciar o par-parceiro feminino, no caso de alcançarem ambos uma plenitude andrógina, que é o caminho alcançado pelo ultrapassamento de toda a carceragem que temos todos vivido e definhado até os últimos momentos da vida e de nossa energia e vitalidade. 

Na Ìndia em certas modalidades de culto o Falo e a Ioni são cultuados tantricamente como princípios da energia ancestral dual de Bhraman: Shakti e Shiva.


 Sofremos no Ocidente de uma sina que a ICAR- Igreja Catolica Apostólica Romana nos legou, quando SEGREGOU a Mulher da participação direta de direitos fundamentais que aproximariam e tangenciariam uma cura da cisão feminino-masculina na cultura e no interior de nossa psique pessoal e coletiva. Quando cortamos fora cortamos dentro de nós e ISSO se perpetua por gerações, estabelecendo ordens e instituições como teias de aço inexpugnáveis que custam trabalho, sangue e suor para desmantelá-las. Este Misoginismo da ICAR foi alcançado pela suposta preponderância espiritual de seu desígnio, preservando a poder masculino e retrocedendo o poder feminino, este dualista também, visto que se relacionava com a mulher da nobreza praticamente, como Catarina de Médicis que governo a França por 40 anos na decada de 40 em 1500. NO momento NEOTANTRISMO do Ocidente temos a chance de reencontrar as polaridades masculino-feminina nas relações internas e externas entre a mulher e o homem, com uma cultura de participação de ALTERIDADES, em que o aparentemente contraditório faz parte de um contexto mais amplo e de sentido na práxis de uma totalidade sempre holo-espiral em sua manifestação. Ainda alcançaremos a liberdade de manifestação e culto de uma anciã como a India, onde existem centros de culto ao eterno feminino, e não como ainda ocorre entre nós como manifestação meramente descritiva de ciências e feminismo divisionista como reação ao machismo do poder. Entrementes a DIALÉTICA entre as culturas está em curso de transição, e vemos recentemente notícias preocupantes de radicalismo na India, habitualmente um exemplo de tolerância, quando grupos extremistas indus partiram para martirizar comunidades de indianos que aderiram ao cristianismo capitaneado pela ICAR dentro de seu território. Será que o governo da India terá vigor democrático de enfrentar esta falange reacionária radical? Infelizmente, a figura de um Cristo-Peregrino se dissolveu na India, e agora está sendo re-introduzida pela decrépita ICAR por meio de seu ÍCONE paralítico Jesus...


Linda representação da Yoni cultuada em templo da Ìndia

No ocidente esta dialética de contrários complementares ainda é salvaguardada por nossa própria tolerância cristianizada com o divergente e diferente. Não foi Iéslhoua mesmo que advertia seus discípulos e futuros apóstolos que deveriam CONVIVER com o Mundo e sua divergência, entretanto PRESERVAREM sua especificidade espiritual? E mais, SE PRECAVEREM de toda violência para alcançarem seu intento espiritual-cultural-histórico? Está mesmo nos evangelhos da ICAR estas advertências, pois os discípulos não deveriam seguir como os se subordinam aos mandantes do mundo, mas se associarem entre si através do amor a Iéshoua-Cristo e sua missão hassídica de Peregrino do Espirito, em que os derradeiros bens são frutos do Espírito no vir-a-ser da caminhada no contexto da realização no Espirito aqui-agora, uma verdadeira INTEGRAÇÃO holístico-espiral, expressa na auto-denominação de Iéslhoua passa num debate com as autoridades judaicas: Antes de Abraão (tempo/fragmento/divisão/natureza/ego) Eu Sou (atemporal/transcendental/Holos/Inteiro). 






Podemos ler em Memória Sonhos Reflexões de Carl G. Jung, um livro maduro de sua trajetória, que considerava a princípio o fragmento feminino no homem como uma manifestação imatura, e vice-versa em relação ao animus masculino na mulher, e aconselhava a terapia de restituição destes fragmentos inconscientes ao Consciente, preservando a relativa participação dual destas forças e não sua pulverização no ego pessoal. Escreve-nos JUNG: "O mais importante é diferenciar o consciente dos conteúdos do inconsciente. È necessário, por assim dizer, isolar estes últimos, e o modo mais fácil de fazê-lo é personificá-los, estabelecendo depois, a partir da consciência, um, um contato com essas personagens. Apenas dessa maneira é possível diminuir-lhes a potência, sem o que irão exercer seu poder sobre o consciente. Como os conteúdos do inconsciente possuem certo grau de autonomia, esta técnica não oferece dificuldades particulares. Mas outra coisa é familiarizar-se com o fato geral da autonomia dos conteúdos inconscientes. Entretanto nisso reside a possibilidade mesma de uma inter-relação com o inconsciente" (pag. 172).  Apesar que Jung adiante afirma que não mais se relacionava com seu aspecto feminino de modo indireto por esta intermediária, mas através dos sonhos diretamente, ele aconselhava não confiar somente nos registros mentais dos contatos, mas registrar na escrita, evitando as distorções que a anima recalcada é capaz: "Uma vez escritas, as coisas não podiam ser deformadas pela anima, nem poderia ela tecer intrigas."-  Na minha opinião, quão enganado talvez estivesse Jung, quando vemos distorções de todo tipo nas interpretações de escritos e obras, mesmo as dele... As coisas evoluem dentro e fora na espiral do holos incognoscível, e o que vemos hodiernamente é que estes aspectos internos psíquicos serem manifestados ao mesmo tempo por potências no tempo-espaço, tomando vulto de entidade de contorno manifestos no consenso, embora ainda não oficial e estabelecido nas ciências exceto como hipóteses indefinidas. Mas o tempo é a mãe dos fatos... 

domingo, 12 de junho de 2016

African Tribes Traditions and Rituals - Tribus africanas tradiciones y r...



NESTA SÉRIE de tradições rituais a surpresa é o estímulo das mamas da mulher preparando-a para a amamentação e a fumigação do lingam genital do provável cônjuge. 

Before The Wedding Traditions of African Tribes / Antes de la boda Las t...

TRADIÇÕES SEXUAIS DE ANTECIPANDO O INTERCURSO DO CASAMENENTO EM TRIBOS DA ÁFRICA
  O QUE podemos aprender e apreender para nossa propria cultura tão complicada em relação a sexualidade. Antropologia comparada. Vendo este vídeo me recordei que recentemente um paciente me referiu beber o sangue dos bovinos que chegava a sacrificar para alimento, Se queixou que seu colesterol subira às alturas e também excesso de hemoglobina no sangue, afecção diagnosticada como hemosideria na medicina. A diferença é que os nativos tomam o sangue do animal vivo, não sei se isso faz diferença. Me parece bem possantes e musculosos no vídeo. Postagem ainda em aberto.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

DA SÉRIE: Iéshoua Hassídico: Vento do Espírito sobre a ponte transitória do Mundo, Arquétipo da Plenitude Humana: Cristo-Iéshoua (Yeshua) A práxis do Cristianismo PEREGRINO: Libertemos Iéshoua das prisões dos dogmas e das religiões do ícone Jesus. 

CAPÍTULO II- 

IÉSHOUA-CRISTO: VEGETARIANO ou...um SELETOR CONSCIENTE DA ALIMENTAÇÃO DA UNIDADE SAGRADA ??

DA SERIE: Iéshoua Hassídico, Vento do Espírito sobre a ponte do Mundo, Arquétipo da  Plenitude Humana: a práxis do Peregrino libertário da Galileia. - LIBERTEMOS Cristo- Iéshoua (Yeshua) das prisões dos dogmas e religiões.

Capítulo I 

 

sábado, 9 de abril de 2016

AS RELIGIÕES SÃO UMA FASE DIALÉTICA DE RESSURGIMENTO DA ALIANÇA DUAL DO PAR ORIGINAL NO CRISTIANISMO DE RAIZ




O par sagrado e arquetípico entre Iéshoua e Myriam de Mágdala que a Igreja Catolico Apostólico Romana reprimiu e esqueceu, inclusive condenou a Madalena ao imaginário de prostituta. Na medida que Madalena é reconduzida a seu verdadeiro status de Consorte e Discípula de Iéshoua, seu papel decisivo e fundamental no cristianismo revolucionário dos primeiros tempos é restabelecido, e o Cristianismo é reconduzido ao par dual Pai-Mãe e a sexualidade será conduzida pela primeira vez a sua significação de elevação e plenificação existencial e Transcendental.



  Um pouco de história, por cerca de quarenta anos na década de 1540, a mulher era destacada dentro da aristocracia, e despontava Catarina de Medicis que recebeu o desafio de governa o reino da França com a morte de seu marido, o rei Henrique II, até que um de seus dois filhos pudesse assumir a monarquia, mas sempre esteve por trás dos assuntos de Estado. Na sequencia, com o estabelecimento da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR, e as cruzadas, as mulheres restabeleceram o comando e a gerência das posses de seus maridos nas cruzadas e no óbito destes, mas aos poucos a ICAR passa a assumir os cuidados das propriedades e tomar posse destas terras e rendas, vindo a acumular sua riqueza atual em nome de um suposto poder espiritual que relate em nome do Cristianismo, e assim a Misogenia da ICAR se expressa enterrando milhares de mulheres em conventos, e mesmo neste ambiente eram bispos e clérigos que gerenciavam. 

    Esta situação em pouco ou nada tem a ver com o núcleo do Cristianismo de Raiz, pois se o dito ´centro espiritual´- a ICAR- é desse exemplo acumulador, imagine o reflexo na sociedade em geral e a constipação crônica que prepara o Capitalismo Concentrador e Monopolista que se avizinha. No cristianismo de rais vemos o simbolismo de um Iéshoua peregrino Hassídico cercado de mulheres e tendo em Myriam de Mágdala seu braço esquerdo confidencial e quiçá Consorte tanto na terra quanto no céu... ou seja, na lei cultural e na Lei Espiritual ad aeternum... rompendo com a linha patriarcal e sacerdotal dos ancestrais judeus, pagando o preço a sangue por isso (como por seu enfrentamento da legitimidade de Roma em ditar o real das relações), ruptura que Iéshoua mostra vacilantemente em aceitar e por na práxis. E continua a cisão nos tempos que correm com a tradição de Israel eterna e na política do Sionismo segregador de Israel, apesar das divergências entre tais tendências. Os registros antigos preservam fragmentos da importância de Myriam de Mágdala mesmo nos evangelhos canonizados pela ICAR, transparecendo a olhos discriminadores sua fundamental participação no drama de Iéshoua assumindo o Cristo ad aeternum, e em especial evangelhos apócrifos, como o de Myriam, e outros  como iniciadora e símbolo da Pitis Sofia da Gnose. 

         Hoje ainda sofremos o dualismo de poder de gêneros entre o masculino-feminino e a política de prisma masculino e fascistóide machista, onde a mulher ao assumir postos de poder geral se vê tangida a adjuvante de uma cultura em que sua sensibilidade feminina e criativa lhe é negada, vemos uma candidata nos EEUU, a Clinton fazendo o ambíquo papel de medusa da qual tudo se espera e nada se prognostica, diferente de seu oponente falastrão claramente caracterizado. Este ano de 2016 será marcante e divisor de águas na política mundial. E no Brasil, estamos sofrendo o golpe de setores conservadores e elites preteridas em eleições passadas, capitaneando um golpe de impeachman da presidente eleita DILMA Rousself, sem bases esclarecidas e comprovadas, por setores retrógrados da Maçonaria vinculada a poderes do Capitalismo Globalizante e Controlador Mundial. A presença estrangeira e transnacional está se infiltrando exponencialmente durante este desgoverno interino e de face golpista com o que de pior existe no centrão corrupto da política promíscua, e ISSO em grande parte devido a incapacidade da esquerda nacional ser deveras impoluta e capaz de superar as contradições de seu questionamento de poder e cultura dominante, e mesmo avaliar devidamente o poder de fogo das instâncias do Capitalismo de Controle Mundial dentro das frágeis estruturas históricas e institucionais do Brasil. Somos uma nação de 500 anos de história e só recentemente entramos no contexto de uma democracia de bases sociais na pirâmide de poder, é praticamente uma infância em comparação ao maquiavelismo da política Anglo-Européia e Norte-Americana. 

   http://www.socialistamorena.com.br/como-a-igreja-arruinou-a-vida-sexual/


sexta-feira, 8 de abril de 2016

                                     O SOFRIMENTO E A SEXUALIDADE 

 

     Existe um certo consenso entre as mulheres que elas mesmas promovem SOFRIMENTO de suas congêneres de sexo, e de modo premeditado se mobilizam seduzindo os consortes de outras, além de que existem uma multidão de mulheres que sustentam seus consortes com o suor do trabalho delas, e em troca são desprezadas por estes que se metem a galantes com outras mulheres. Estes consortes são os tais "chupões", e segundo afirmação de uma conhecida, e existem muitas entre a classe das professoras, por exemplo. Estes chupões se trajam como sedutores de margaridas e saem pra desfilar, enquanto suas esposas ou consortes labutam dia todo no trabalho... se tornam deprimidas e sujeitas a vícios entorpecentes como o cigarro.  Estas sofrem demais com esta situação infeliz de sustentar um consorte "mulherengo". Um jogo de sofrimento sem sentido e relações irresponsáveis entre mulheres e de homens com estas. Mas o que existe por trás desta situação conjugal infeliz e deprimente? Em geral, e quase invariavelmente, está na própria relação sexual o problema do casal.


     Estamos num abismo de sofrimento entre um casal e possíveis relacionamentos entrecruzados, com uma herança cultural de sofrimento e ilusões para nossos descendentes diretos e indiretos, em função da ´educação´ alienada ou pre-dirigida de modo direto ou por exemplos indiretos, de uma prática sexual monopolizada pela desejo romântico (mulheres) e de posse (homens) de objeto sexual para seu gozo pessoal e emocional, o qual direta ou indiretamente está veiculada pelo ímpeto reprodutivo natural que a natureza e os genes programaram de modo sistemático e a cultura condicionou ao longo dos milênios, com marcação pontual da ciência com a pílula anticoncepcional e hodiernamente o HIV, talvez ainda o HPV, dupla de vírus de DST que desponta na atualidade.
Vamos por um momento encarar de modo especial a possibilidade tântrica de relacionamento, sabendo de antemão que ninguém pode interromper de súbito um condicionamento tão visceral quanto a sexualidade e reiniciar um novo caminho de relacionamento. Como tudo é questão de PRÁXIS, ou seja, aprofundamento teórico e pragmático na questão, passar a participação existencial no cotidiano para internalizar uma nova cultura, remando contra a maré do estabelecido socialmente, e como TUDO está interligado, esta realização tântrica passa por interligação com nossa cultura ocidental, neste caso interconectando com a cultura oriental tradicional, esta dos registros de livros, haja visto que a prática nos países de origem está por denegrida e reduzida a um arremedo da tradição. 


Podemos imaginar que nosso casal do preâmbulo pudesse reavaliar a profundo suas inseguranças e frustrações, encarar de frente afinal o espelho fugidio do labirinto onde vivem. As frustrações do leito conjugal despontariam, mas não saberiam como resolver o dilema, SEM uma nova LUZ de perspectiva NÃO se reinaugura um novo ciclo de comportamento e inter-relacionamento, coisa que cursilhos algum de igrejas podem proporcionar exceto adaptações ao status quo social e religioso. Isso pode ser bem recebido para casais de mentalidade onde um casamento vale mais que a felicidade de cada um enquanto pessoa singular. Mas se um casal ou inter-casais, se for passível de existir no caos cultural que estamos acostumados, está na berlinda de um rompimento ou sobrevivendo com sofrimento ao relacionamento, e admitir que a INSATISFAÇÃO tem muito de sua raiz na convivência sexual, e se restar espaço de consideração e afeto um com o outro, então a possibilidade tântrica pode fazer sentido a ambos, com apoio da compreensão mútua e parceria de ideal. O homem precisa admitir sua insuficiência no modo de praticar a sexualidade desde a adolescência, quando sentiu pela primeira vez o espasmo ejaculatório e sentiu êxtase com ISSO e se desejou a REPETIÇÃO da descoberta até a prisão do condicionamento, transferindo para o desejo ao sexo complementar esta manipulação espástica do falo durante o coito, e a mulher precisa aceitar que desde o despontar da infância foi sendo condicionada culturalmente a um papel onde a maternidade reprodutiva tem primazia no imaginário, mesmo que não a exerça por conta de valores sociais e pessoais, e portanto a fecundação de si mesma pelo esperma masculino seja um desejo secreto ou manifesto, e aceitando com naturalidade esta subliminar ou explícita imposição masculina na cama. A partir desta constatação pessoal é possível se traçar novos parâmetros alternativos para com a práxis sexual de ambos, mesmo que a inter-relação sexual se eclipse por alguns períodos de tempos, dado a dialética complicada envolvida, aceitando transplantar o novo em meio a costura do velho condicionamento, como que por períodos e tentativa-erro-acerto, justamente com a humildade que a sabedoria de nossa insuficiência pessoal e cultural permite expressar e a honestidade consigo próprio que precisamos cultivar pra termos acesso ao êxtase tântrico. 

NESTE blog já postamos diversas considerações sobre o modo tântrico de relacionamento e o desenvolvimento de APTIDÃO necessária aos homens, mulheres e CASAL para a reinserção do NOVO dentro da dinâmica cotidiana, gradual e progressivamente. O modo UNOTANTRA possibilita uma perspectiva holística sobre o tantra, RECONECTANTO nossa cultura CRÍSTICA na temática e na práxis, onde a sexualidade tem espaço garantido e valorizado, ao contrário da demanda religiosa moralista e mesmo dos pretensos registros tidos como dogma sagrado, e á fria luz da comparação e excese dos textos, estão eivados de disparidades e mensagens subliminares que os escribas da Igreja Católico-Romana (tida como apostólica- ICAR) estabeleceu. 

     SE observarmos com atenção esta ilustração nos mostra que o conhecimento nos proporciona sempre lados imprevisíveis inclusive funestos e igualmente portas para rodas de oportunidades de renascimentos e relacionamentos. A ignorância nos conduz a escravidão de um sistema automático e manipulado por forças além de nossa capacidade de percepção e compreensão, justamente porque escolhemos a omissão da ignorância, e o SOFRIMENTO SEM SENTIDO é o preço desta acomodação absurda frente a exiguidade do tempo verdadeiramente autêntico de nossa existência passageira neste estado de NEGAÇÃO e auto- Ilusionamento. A própria escalada na consciência/percepção na práxis exige SOFRIMENTO, pois deixamos a acomodação de um ser reduzido e um ente atrofiado com valores culturais e informacionais decadentes e esvaziados, para um estado superlativo de existência holocentrada no Humano em plenitude, mas este sofrimento, ao contrário da submissão cultural dominante, tem SENTIDO. E todo Sentido remonta a nossa original existência em que o centro da espiral existencial é circunscrita na práxis, tal como conceberam afinal os Taoistas (TAO: sentido, caminho) veneráveis da tradição.

Enfim, vamos torcer para que o hipotético casal tenha energia e disposição e deixe de serem personagens de um velho drama tragicômico de consortes no sofrimento sem sentido, para se disporem a reencontrar sua face original e assim reencetarem o caminho da integração pessoal, dual , interpessoal, bem como transpessoal, como se configura o sentido tântrico e holístico da existência reconectada.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Medicina do TAO: Os principais centros de energia part. II (Yin Chi...

LIN-TAI (centro sexual ) e DAN-TIEN (aquecedor inferior) 

Conheça o centro LIN-TAI e sua correspondencia com os orgãos yin-yang do aquecedor inferior no homem e na mulher, bem como a circulação de energia. Estes estudos geram assimilação associativa com demais estudos de conhecimentos de mesma raiz corpomental tanto na tradição sino-tibete-induista, quanto na tradição esotérica e alquímica ocidental.
Medicina do TAO: Os principais centros de energia part. II (Yin Chi...: Texto por Dr. Caio Cesar de Oliveira Como já foi mencionado aqui na página, existem vários centros de energia humana, o Lin Tai é um...